SEDE SANTOS, PORQUE EU SOU SANTO.

Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento.
PROCURA APRESENTAR-TE A DEUS APROVADO, COMO OBREIRO QUE NÃO TEM DE QUE SE ENVERGONHAR, QUE MANEJA BEM A PALAVRA DA VERDADE.

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quarta-feira, 27 de junho de 2012


Obras da Carne x Frutos do Espírito.
Finalizando.


OS FRUTOS E SUA QUALIDADE

Como conhecer a diferença do joio do trigo; dos verdadeiros crentes dos falsos.
Pelos frutos os conhecereis; pelo fruto se conhece a arvore Mt. 12: 33; 7: 16,20. Tanto os verdadeiros crentes, com os falsos.
Esta é a única maneira que Cristo nos deixou para conhecermos o joio do trigo e os falsos profetas.
Existem tres tipos de Frutos.
Frutos bons – ( karpous kalous) Mt. 3:10
Frutos maus – ( karpous poneirous) Mt. 7: 17-19.
E frutos podres – ( karpon sapron), Mt. 12: 33
A boa semente (lc. 8:11) para germinar, depende da qualidade do solo Mt 13: 8; Lc. 8:15; (de um coração bom e boa vontade de aplicar a Palavra no dia a dia). Para que a árvore (os crentes) seja de boa qualidade e de bons frutos.
A árvore e o fruto são determinados pela semente 1Co. 15:35-38, de tal modo que se pode raciocinar a partir do fruto para a planta Mt. 12:33; 7:16,20. Isto se aplica não somente à espécie como também à qualidade dos frutos. Mateus, especialmente, contrasta os bons frutos , com frutos maus , Mt. 3: 7: 17-19, ou com frutos podres Mt. 12: 33; Lc 6:43.
O fruto que não está à altura da expectativa é inútil., a arvore que o deu é inaproveitável e lançada no fogo Mt. 7:19, Lc 3:9: 13:6-9.
Se, a árvore e os frutos são determinados pela semente., sabemos também que a semente é a Palavra de Deus, Lc 8:11. Então como pode a semente ser ruim para dar arvores (crentes) e seus frutos podres e maus? Na hora de ser semeada, o pregador pode semear uma semente (a palavra) boa ou má, pode adulterar a Palavra de Deus, (doutrinas de demônios) ou até falta do conhecimento da Palavra. Mt. 12:33; muitas vezes a pessoa só acolhe no coração a Palavra de acordo com os seus pensamentos e que não contrarie as suas vaidades e seus gostos, (muitas vezes são resquícios do pecado).
Lendo Mt. 7: 21-23 não nos admira como muitos crentes fazendo muitas maravilhas, seus frutos são podres e maus, v. 23 entendemos que mesmo praticando pecado eles profetizam expulsam demônios e fazem muitas maravilhas, v. 22.
A boa Palavra produz inicialmente, frutos de arrependimento, Lc 3;7-14. O neoconverso muda de vida, modo de pensar, de falar e vestir. Se a semente não degenerar ( não der ouvidos a doutrinas de demônios)
EXISTE AINDA O FATOR SOLO (CORAÇÃO)
A boa semente (Lc. 8:11) para germinar, depende da qualidade do solo Mt. 13:8; Lc 8:15, um coração bom é ter boa vontade de conhecer a Palavra de Deus e aplicá-la no dia a dia.
Solo ruim a Palavra é sufocada, e, a árvore fica raquítica, seus frutos não prestam para a colheita Lc. 8:14.
O coração tem que estar limpo Lc. 8: 5-8,15, (tem que haver arrependimento e frutos de arrependimento Lc 3:8-14. Não pode existir no coração, caminhos, pedras e espinhos Lc. 8: 12,13,14. que são os resquícios do pecado, ou raízes do mal, que brotando sufocam a Palavra.
O solo não pode ser somente capinado, ele tem que ser lavrado e arado pelo Espírito Santo para que toda a raiz do mal seja arrancada, para não voltar a crescer e vir a sufocar a boa semente.
Só através de um arrependimento genuíno, é que o Espírito limpará o solo, para que a semente germine bem e a arvore cresça saudável.
Lendo Mt. 7:21-23 não nos admira como muitos crentes que fazem muitas maravilhas, não dão bons frutos (não praticam a Palavra). Entendemos pelo v. 23 que mesmo na pratica do pecado, eles profetizam e fazem muitas maravilhas.
O v. 21 diz que só os que fazem a vontade de meu Pai, é que entraram no reino dos céus. E v. 24 nos adverte que devemos praticar a Palavra de Deus.
Notemos o fim de:
O ramo que não dá fruto é cortado e lançado no fogo, Jô 15:6
Toda a árvore que dá meu fruto, é cortada e lançada no fogo, Mt. 7:19
Todos os que praticam a iniqüidade (pecado), são lançados no fogo.
Todos têm o mesmo fim.

ESCLARECIMENTOS
OBRA >(Ergon gr.) – Tirado do mundo da técnica e do artesanato > significa, aquilo que o homem produz mediante seus próprios esforços.
FRUTO > (Karpos gr.) – Vem do âmbito do crescimento natural > significa, aquilo que cresce normalmente ao tirar do poder vivificante da arvore.
METÁFORA – Tropo em que a significação natural de uma palavra é substituída por outra em virtude de certa relação de semelhança.
TROPO – Emprego de uma palavra em sentido figurado, assumindo a denominação de metáfora, metonímia ou hipérbole conforme o caso.
FRUTO DO ESPIRITO > VIRTUDES; elas se contrapõem aos vícios.
VIRTUDE – Força moral, disposição firme e habitual para a pratica do bem, boa qualidade moral, ato virtuoso, castidade, modo austero de vida.
AUSTERO – severo, rígido de caráter, sério.
AUSTERO OU AUSTERIDADE – qualidade, severidade, inteireza de caráter.
OBRAS DA CARNE > VICÍOS – Mt 15: 19,20; Rm 1;28-32; 1Co 5:10,11; 6:9,10; 2Co 132:20: Gl 5:19-21; Ef 5:3-5; 1Tm 1:9,10; 2Tm 3: 2-5; 1Pd 4:3; Ap 21:8.
VIRTUDES > FRUTO DO ESPÍRITO – Ef 4:2-3; Fp 4:8; Cl 3:12; ITm 6:11: 2Tm 2:22,24,25: 1Pd 3: 8,9: 2Pd 1:5-7.

                                           AMÉM

Se voce foi abençoado com este estudo faça uma apostila e dê aula na sua Igreja. Abençoe outras pessoas.

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quarta-feira, 20 de junho de 2012

A LIBERDADE CRISTÃ

 

A Lei do Amor > Lei de Cristo > Lei da Liberdade. Gl 5:1; 6:2; 2Jo 5.

A salvação em Cristo é libertação, e a vida cristã é uma vida de liberdade – pois Cristo nos libertou Gl 5:1 cf. Jo 8: 32,26.
A ação libertadora de Cristo não é basicamente de melhoramento social, político ou econômico, como hoje, às vezes, se sugere; é a libertação do jugo da lei como meio de salvação; é a libertação do poder do pecado e da superstição.
a)- O cristão é libertado da lei como sistema de salvação. Sendo justificado pela fé em Cristo, não está mais sob a lei de Deus, mas sob a sua graça Rm 3:19; 6:14,15; Gl 3:23-25. O seu status diante de Deus (a paz e o acesso de Rm 5: 1,2) é assegurado porque ele foi aceito e adotado em Cristo. Não depende e jamais dependerá daquilo que faz, e nem jamais estará em perigo por aquilo que deixar de fazer. Ele vive não porque é perfeito, mas porque é perdoado.
Embora sejam decaídos, os seres humanos pensam poder ganhar um relacionamento correto com Deus, mediante disciplinas de obediência, rituais de ascetismo. Sem a justiça de Deus, eles procuram “estabelecer a sua própria justiça” – como Paulo descreve os judeus Rm 10:3. Paulo sabia que esse é um empreendimento sem esperança. Nenhum desempenho humano jamais será bom o suficiente, e há sempre desejos errados no coração, não importa quão corretas sejam as ações exteriores Rm 7:7-11; cf. Fp 3:6. Deus olha primeiro para o coração.
Longe de abrir o caminho para a vida, a obra da lei é despertar, desmascarar e condenar o pecado que permeia nossa vida moral, fazendo-nos cientes de sua realidade e consequências Rm 3:19; 1Co 15:56; Gl 3:10. A futilidade de considerar a lei como um sistema de salvação e de procurar justiça por meio dela torna-se plenamente evidente Gl 3: 10-12; 4:21-31. Essa futilidade é a escravidão à lei, da qual Cristo nos liberta.
b)- Os cristãos foram libertados do domínio do pecado Jô 8 34-36; Rm 6: 14-23. Foram sobrenaturalmente regenerados e vivificados para Deus, através de sua união com Cristo na sua morte e na sua vida ressurreta Rm 6: 3-11. O desejo de seu coração agora é servir a Deus, em justiça Rm 6:18,22. O domínio do pecado envolve não só constantes atos de desobediência, mas também Constante menosprezo da lei moral de Deus, criando, às vezes, ressentimento ou, mesmo, ódio para com a lei. Agora, contudo, sendo transformados no coração, sendo motivado pelo sentimento de gratidão pelo dom da graça e energizados pelo Espírito Santo, os cristãos servem “em novidade de espírito e não na caducidade da letra” Rm 7:6.
c)- Os cristãos foram libertados da superstição, inclusive da ideia de que a matéria e o prazer físico são intrinsecamente maus. Contra essa ideia, Paulo insiste em que os cristãos são livres para desfrutar de todas as coisas criadas como dádivas boas de Deus 1Tm 4.1-5, na condição de não transgredirmos a lei moral, nem atrapalharmos o nosso bem-estar espiritual ou o dos outros 1Co 6:12,13; 8:7-13.

É O AMOR QUE REGULA A LEI DA LIBERDADE Gl 5:13-15
A Lei de Cristo é o amor Divino, conforme a operação do Espírito Santo no coração renovado (Rm 5:5; Hb. 10 :16), que flui na energia do Espírito Santo, não forçado, mas espontâneo, na direção dos objetos do amor divino (2Co 5: 14_20; 1Ts. 2: 7,8). É portanto a “ lei da liberdade” ( Tg. 1:25; 2:12) em contraste com a lei externa de Moisés. A lei de Moisés exigia amor (Lv 19:18; Dt. 6:5; Lc. 10:27); a lei de Cristo é amor ( Rm. 5:5; 1Jo 4:7,19,20,21), e assim assume o lugar da lei externa cumprindo-a (Rm. 13:10; Gl. 5:14). É a “lei escrita no coração “ sob a Nova Aliança (Hb. 8:8).



EM Gl 5:13b14; 1Pd. 2:16 TEMOS UM EX. DA LEI DO AMOR (LIBERDADE) MAL USADA.Mc. 9:42; Mt 10:40,42; 13:36-43; 25:33-40
Quem peca contra seu irmão peca contra Cristo, 1Co 6:17; Jo 17:21-23; Ef 4:4


COMO USAR A LEI DA LIBERDADE , 1Co. 8: 9-13; 6:12. Fl 2:36



A LEI DO AMOR REQUER:
1Co. 10:23, 24; 31-33.

a) SACRIFICIO – Oferta solene à divindade em vitimas ou donativos; privação de coisa apreciada; renúncia em favor de outro; abnegação.Mt. 16: 25; 19: 21 > Rm. 14: 21 > 1Co.10: 24 > Fp. 2: 4.

b) ABNEGAÇÃO – Resignação; renúncia espontânea; paciência.Ex. Judá, Gn. 44: 33,34 > Moisés, Ex. 32: 32 > Rute, Rt. 2: 16,17 > Moisés, Hb. 11: 25.

c) GENEROSIDADE – Bondade; liberalidade lealdade.Ex. Abraão, Gn. 13: 9 > José, Gn. 50: 21 > Moisés, Nm. 11:29 > Jonatas, 1Sm. 18: 4 > Daniel, Dn. 5: 17 > Paulo, 1Co. 10: 33 > Cristo, 2Co. 8: 9.


d) RENÚNCIA – Rejeitar; recusar; não querer; abdicar; desistir; deixar voluntariamente a posse.Fl. 2: 5-8; 19-23 e 25-30.



e) AMOR > O CRENTE DEVE SER SATURADO DE AMOR
Jo 3:16; Mt 5:43; 22:39; Lc 10: 25-37 1Co. 13: 1-8.

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terça-feira, 12 de junho de 2012

 

DOMÍNIO PRÓPRIO > AUTOCONTROLE > TEMPERANÇA - ( lit., reprimir com mão firme ), ou controle da vida do ego por meio do Espírito. A inclinação instintiva é a de se adotar a atitude do mínimo de resistência. O “auto-controle” dado pelo Espírito solucionará o problema do cristão quanto às explosões de raiva, ódio, medo, ciúme, etc. e o possibilita a evitar exce3ssos emocionais de qualquer espécie.

O temperamento controlado pelo Espírito é aquele que é estável, digno de confiança e ordenado.

Em Ef. 4: 32, encontramos a palavra compassivo. Numa tradução mais apurada seria de coração compassivo.

Sede uns para com os outros benignos. O verbo aqui significa, continuar revelando-se benigno.

Contra estas coisas não há lei. A lei existe com o propósito de refrear, mas nas obras do Espírito não existe restrição.

v. 25- Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Vivemos no Espírito segundo a provisão divina, por meio do dom da conversão. Mas andamos em Espírito por uma questão de vontade pessoal, dando cada passo na dependência dEle.

Ef. 5: 1,2.

V. 1- Sede pois. Literalmente, transformem-se pois ou provem que são. Imitadores. Como filhos amados. Exatamente como as criancinhas aprendem imitando seus pais, assim devemos ser imitadores de Deus

Como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós. Isto é, Ele se entregou por causa de nós (cons. Gl. 2:20). Como oferta e sacrifício a Deus. Cons. Sl. 40:7, que foi citado em Hb. 10:7. Em aroma suave. Reminiscências das ofertas de cheiro suave do livro de Levitico, que prefigura o auto-sacrifício voluntário de Cristo a Deus.

V. 2- Andai em amor. Isto descreve todo o nosso modo de viver, ( o crente tem que viver segundo a lei do amor,que é a lei de Cristo, 1Co 10: 23,24 – 31-33). Sendo os crentes os “filhos amados” de Deus e tendo experimentado Seu amor, eles têm um padrão a preservar, um caminho a seguir. A vida cristã não envolve apenas o andar digno da nossa vocação e o andar de maneira diferente dos gentios, mas também o andar no amor.

A seguir A LIBERDADE CRISTÃ ou a lei do amor.

 

(Por favor leia o estudo do dia 28/05 o paragrafo sobre a Paz teve um acréscimo)

 

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segunda-feira, 4 de junho de 2012


Frutos (Karpos) do Espírito  -  Continuação

LONGANIMIDADE – Relaciona-se com a atitude da pessoa para com os outros e envolve uma recusa em revidar ou se vingar do mal recebido. Literalmente é paciência e tolerância. Ela é caracterizada por uma capacidade de suportar ofensas, passar provações e enfrentar desgostos sem revidar – como disse o Senhor: “aquele que injuriado, não revide à injuria”. Uma pessoa longânime é aquela que consegue executar as tarefas domésticas, árduas e desprezíveis da vida sem queixas ou revolta, mas complacentemente, como servindo a Deus, Pv. 16:32; Ef. 6:5,6,7. “servindo de boa vontade como ao Senhor, e não como a homens.”
BENIGNIDADE – Seria melhor traduzida para amabilidade. É a benevolência nas atitudes, uma virtude visivelmente social. Ela consiste num ato de bondade profundo, polido, afável, atencioso e compreensivo que tem origem num coração muito terno. O mundo em que vivemos pouco conhece de tais sensibilidades. Ela é o resultado da compaixão do Espírito Santo para com uma humanidade perdida e agonizante. A vida agitada, cansativa e opressiva que vivemos faz com que mesmo os mais bem dotados cristãos se enervem com a intervenções dos “pequeninos” (com pequenas coisas) Mc. 10:13,14; Lc. 18: 15-17. Uma pessoa benévola jamais faz perguntas como: “Quantas vezes devo perdoar meu semelhante quando peca contra mim?”, ou “Não existe um limite do quanto uma pessoa pode aguentar?”. O Espírito Santo concede benignidade diante de todas as espécies de dificuldades.
BONDADE > GENEROSIDADE – É uma probidade da alma que aborrece o mal, uma honestidade definida de motivações e conduta. Ás vezes a pessoa tem acrimônia em vez de bondade.  Também pode ser definida como “pródigo de si mesmo e de seus bens”. É a benevolência em sentido mais puro. Ela inclui a hospitalidade e todos os atos de generosidade que emanam de um coração desprendido que está mais interessado em dar do que em receber.
(acrimônia > acidez; acridão; sabor amargo; azedume; aspereza).

FÉ > FIDELIDADE – Ser fiel em tudo, “lealdade” Tt. 2:10; A fé subentende uma completa fidelidade a Deus e uma dependência absoluta dEle. É o antídoto perfeito ao temor, que causa preocupação e pessimismo. Alguns comentaristas sugerem alguma coisa mais, além de estar-se impregnado de fé – principalmente a fidelidade e a confiança. Mas um individuo que possua a fé inspirada pelo Espírito será fiel e fidedigno. A Bíblia ensina que existem duas fontes de fé. A primeira é a Palavra de Deus na vida do crente, a carta aos Romanos declara: “a fé, vem pelo ouvir a Palavra de Deus…” Rm. 10:17.  Em Gl. 5: 22,23 define a fé como fruto do Espírito. A fé é, efetivamente, a chave para muitas outras graças cristãs. Se realmente cremos que Deus seja capaz de suprir todas as nossas necessidades, isso nos trará felicidade, alegria e eliminará a dúvida e o temor.
MANSIDÃO > DOCILIDADE – Baseia-se na humildade e indica uma atitude para com os outros, mantendo a devida negação do ego, (eu). O homem é por natureza orgulhoso, altivo, arrogante, egoísta e egocêntrico, mas quando um individuo tem a vida plena de Espírito Santo é humilde, meigo, submisso, cedendo facilmente às súplicas. O maior exemplo é o próprio Jesus Cristo. Foi Ele o Criador do Universo, e contudo dispôs-se a humilhar-se, e na forma de servo ficar sujeito aos caprichos da humanidade, a ponto de morrer, para que pudesse obter nossa redenção com o Seu sangue. Vemos o Criador do homem ser esbofeteado, ridicularizado, injuriado e cuspido pela Sua própria criação. Contudo. deixou-nos o exemplo de não revidar às injurias. Isso se confirma na Sua afirmação a Pedro, Mt. 26:53,54. Ele mesmo disse de Si mesmo “Sou manso (dócil) e de coração humilde”.

(Por favor releiam a publicação do dia 28 de maio, o paragrafo sobre a Paz teve um acrescimo no estudo.)

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Acompanhe também o estudo em:
jesusapalavrafieleverdadeira.blogspot.com


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