SEDE SANTOS, PORQUE EU SOU SANTO.

Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento.
PROCURA APRESENTAR-TE A DEUS APROVADO, COMO OBREIRO QUE NÃO TEM DE QUE SE ENVERGONHAR, QUE MANEJA BEM A PALAVRA DA VERDADE.

TRANSLATOR

Translate

sábado, 14 de dezembro de 2013

ÊXODO Capitulo 12 Final



Regulamentos para a Festa dos Pães Asmos 15-20.
Embora estas intruções possam ter sido ddas após o Êxodo (cons. v. 17, “tirei”), a íntima relação de significado e tempo entre esta festa e a Páscoa explica a inclusão dos regulamentos aqui.
“Os pães asmos eram símbolo de uma vida nova purificada do fermento da natureza pecadora... Por causa disso os isrsaelitas deviam abandonar todo o fermento da natureza egípcia , o fermento da malicia e da maldade, e comer o pão puro e santo, reunindo-se para a adoração a Deus a fim de demonstrar que estavam andando em novidade de vida... Comer pão levedado nesta festa, seria uma negação do ato divino, pelo qual Israel foi introduzido na vida nova de comunhão com Jeová” (KD).
V- 15. Ao primeiro dia. Quinze de Abib.
Essa pessoa será eliminada, isto é, proscrita ou exilada da comunidade.
V-16. Assembléia; santa convocação, o trabalho necessário seria feito; o dia não seria guardado tão severamente como no sábado.
V- 17. Hostes. (Exércitos).
V- 18. Desde o dia catorze. O pão asmo devia ser comido na Páscoa no dia catorze; a Festa dos pães Asmos começava no dia quinze.
V- 19. Peregrino, estrangeiro, estrangeiro permanente (Moffat). Uma pessoa pode habitar no meio do povo de Deus toda a vida e nunca chegar a ser parte integral do grupo (cons. v.43).
Instruções dadas aos anciãos. 21-28.
Os regulamentos da Páscoa, dados por Deus a Moisés, deviam ser transmitidios aos representantes do povo.
V- 21. Escolhei, isto é, no rebanho.
V- 22. Hissopo. Embora a identidade desta planta seja discutida, a opinião geral é que seja uma espécie de orégano, talvez manjerona ou tomilho silvestre.
Bacia. O vaso no qual o sangue seria recolhido quando o animal fosse morto. Uma vez que os galhos folhudos do hissopo eram usados para a aspersão do sangue do sacrifício para a purificação, veio a ser usado figurativamente para a própria purificação (Sm. 51: 7).
V- 23. O destruidor. Anjo destruidor (Moffat).
V- 28. Por este ato de obediência e fé, o povo de Israel manifestava que confiava em Jeová; e assim o ato em si tornava-se a sua redenção.

A Decima Praga
O Juízo de Deus sobre o Egito 12: 29-36.
Esta praga foi como as outras, uma epidemia natural aumentada e sobrenaturalmente orientada, ou foi mais do que isto?
A repetida ênfase na declaração de que foi a operação do Senhor (12:12, 13, 23, 27, 29) parece indicar que foi um ato direto de próprio Deus.

V- 29. Os primogênitos. Costuma-se concordar que isto significa o filho mais velho que ainda não era pai. Caso contrário, o primogênito de cada geração teria morrido, inclusive, provavelmente, o próprio Faraó.
V- 31. Chamou a Moisés. Aterrorizado e sofrendo, Faraó ignorou suas próprias ameaças (10: 28).
V- 32- A capitulação foi completa.
Abençoai-me. Ao sair, orem por mim e por este povo ferido.
V- 34. Antes que levedasse. Isto nos dá a explicação natural para o significado espiritual da Festa dos Pães Asmos.
Amassadeiras.Literalmente. Tabuleiros, isto é, cumbucas rasas de madeira. Neste caso cada família levava a sua amassadeira enrolada no simla, uma parte da vestimenta constítuída de um grande pedaço de pano quadrado, muitas vezes usado como sacola para carregar coisas (cons. Rute 3: 15).
V- 36. Estes lhes davam. A palavra hebraica para emprestar siginifica “concediam, deixavam que levasse”. Não significa “emprestar” no sentido comum mais do que a palavra hebraica em 12: 35 (cons. 3: 22; 11: 2).

O Êxodo do Egito 12: 37-15: 21.
A Saida. 12: 37-42
O lugar exato da partida do Egito ainda é uma controvérsia, mas a maioria das autoridades bíblicas concorda com as identificações feitas nos versículos abaixo. Tendo reunido o povo em Sucote, Moisés e Arão tiveram de fazê-los atravessr a barreira de brejos, lagos e o mar que atualmente é o canal de Suez. O caminho foi mais determindado pelo fato de Deus pretender desferir um golpe final no orgulho e no poder egipcío.
V- 37- Sucote. Foi identificado como Tell el-Maskhutah, 16 km ao leste de Pitom. Isto significa que depois de Moisés despedir-se de Faraó em Ramessés, foi para o sul na direção do centro de Gósen, para ali reunir o povo para a marcha.
Seiscentos mil. Como determinar o número exato dos que estavam envolvidos no Êxodo, há muito que se constiui um problema. Mas de uma coisa temos certeza: Deus libertou uma grande multidão do Egito, milagrosamente cuidou dela durante quarenta anos no deserto e a introduziu na Terra Prometida. O fato de desconhecermos o número exato daqueles que foram envolvidos não diminui o milagre.
V- 38. Um misto de gente. Egípcios e provavelmente pessoas de outras nacionalidades que se casaram com Hebreus, queriam fugir à escravidão ou foram persuadidos de que havia alguma vantagem a ser obtida, se ficassem do lado de uma divindade tão poderosa como Jeová.
    Esta multidão mista, é parecida com os membros da igreja não convertidos na dispensação atual, era uma parte fraca e de divisão exatamente como atualmente (comp. Nm. 11: 4-6). Houve uma manifestação do poder divino e os homens foram atraídos por ela sem mudança de coração. Comp. Lc. 14: 25-27.
V- 40. Quatrocentos e trinta anos. Gênises 15: 13 e Atos 7: 6 dão um numero redondo, quatrocentos anos. Este período de tempo provavelmente começou com a descida de Abraão ao Egito. Comp. Gn. 12: 10; também 1Rs. 6: 1.
Uma vez que não sabemos a data exata da entrada de Israel no Egito, só podemos fazer conjecturas quanto à data de saída, mas parece-nos razoavel uma data perto de 1300 A.C.. Alguns chegaram à conclusam de que a data foi em cerca de 1440 com base em 1Rs. 6: 1.
V- 41. Nesse mesmo dia. Cons 12: 17. Esse foi o Dia de Israel para ser lembrado pelas gerações futuras até que um Dia maior e Uma Salvação maior viesse.
V- 42. Esta noite se observará ao Senhor. Diversas traduções desta frase tem sido feitas: uma noite da preservação do Senhor para tira-los (KD); uma noite de vigilia por Jeová tê-los tirado (Cambridge Bible); esta mesma noite é uma noite de vigilia observada ao Senhor por todo o povo de Israel através das gerações (RSV). Talvez ambas as ideias expressas nas diversas traduções estão implicitas: a noite na qual Jeová vigiou os Seus, deveria ser uma noite de vigília para o povo de Israel através das gerações, como um memorial.

Outros Regulamentos para a Páscoa. 12: 43-51.
Uma passagem como esta, dizem os críticos, está inteiramente fora de lugar aqui, mas, na verdade, parece-nos muito apropriada. Ela define, no momento exato da ação, as exigências rigorosas que tornariam a ordenança espiritualmente significativa, como também fiel à realidade nas gerações futuras.
Vs- 43-45. Estrangeiro... assalariado. Só aquele que estivesse identificado com o povo de Deus participaria desta ordenança. Isto foi planejado não para repelir o estrangeiro mas, sim, o incrédulo. Se o estrangeiro quisesse se identificar pela fé com Israel, seria bem recebido como alguém que fosse “natural da terra” (v. 48).
V- 46. “Nesta refeição Israel preservaria e celebraria sua unidade e comunhão com o Senhor” (KD). Por este motivo a unidade cerimonial não devia ser interrompida nem pela inclusão de estranhos nem pela divisão do próprio alimento. Assim também a unidade de Cristo deve ser zeloamente guardada (cons 1Co. 1-3).
V- 49. A mesma lei. Não bastava a descendência natural nem a associação.
Nenhum incircunciso comerá dela (v. 48). O mesmo princípio deve ser aplicado á Santa Ceia do Senhor, nenhum incrédulo deve participar dela.


                                                Cont..

sábado, 7 de dezembro de 2013

ÊXODO CAPITULO 12 Parte2

    V- 1. Na terra do Egito. A primeira ordenança dada no Egito seria repetida no Sinai (Lv. 23) e nas planícies de Moabe (Dt.16).

    V- 2. Este mês. O nome hebraico do mês de Abib, que significa “espigas verdes”. Corresponde a Março-Abril do nosso calendário. Durante o Exílio foi substituído pelo nome Nisan que significa “começo, abertura”.

    O primeiro mês. O começo de Israel como povo de Jeová devia ser assim anotado no seu calendário. O ano civil começa, ainda hoje, no outono com a festa das Trombetas (Lv. 23: 24; Nm. 29: 1), hoje chamada Rosh Hashanah, Ponta do ano, ou Ano Novo. O ano religioso começa com o mês da Páscoa, o primeiro mês da nova vida de Israel na qualidade de povo redimido.

    V- 3. Cordeiro. Um animal, cordeiro ou cabrito (cons. v. 5).

    V- 4. Esta seria uma cerimônia familiar, a menos que a família fosse pequena demais. De acordo com a exegese rabínica, pequena demais significa com menos de dez pessoas. (Targum Jonathan).

    Conforme o que cada um puder comer. Deviam calcular quanto cada um poderia comer e assim determinar se deviam reunir-se com outra família.

    V- 5. De um ano. Hebraico, filho de um ano. Os rabis tem interpretado isto como significando “como do primeiro ano”, isto é, de oito dias de idade. Os comentaristas modernos geralmente aceitam como significando um ano de idade.

    Um cordeiro ou um cabrito. Mais tarde o costume restringiu a Páscoa aos cordeiros.

    V- 6. Todo o o ajuntamento da congregação, isto é, todos ao mesmo tempo.

    No crepúsculo. Hebraico, entre as tardes. Desde a antiguidade que as opiniões tem divergido quanto ao tempo exato do sacrifício. Abn Ezra, os samaritanos e os caraitas explicaram-no como o período compreendido entre o pôr-do-sol e a escuridão total. Os fariseus mantinham-se apegados à explicação tradicional de que era entre o começo da tarde até o por-do-sol, aproximadamente das 3 às 5 hs., da tarde, e o Talmude concorda com isto (Pesahim 61a). Esta era a prática geral, de acordo com Josefo. Deuteronômio 16: 6 diz simplesmente, “ao pôr do sol”.

V- 7. O sangue devia ser aspargido “em ambas as ombreiras, e na verga, onde pudesse ser visto, e não na soleira para ser pesado” (Jamieson, Fauset e Brown). Por meio deste ato todos, a casa e seus habitantes, seriam expiados (pelo uso do sangue e do hissopo; cons. Lv. 14: 4-7; Nm. 19; 1 e segs.) e consagrados a Deus.

V- 8. Assada. O animal inteiro tinha de ser espetado e assado sobre o fogo.

“Por meio da unidade e integridade do cordeiro que lhes era dado a comer, os participantes seriam reunidos em uma unidade indivisível e uma comunhão com o Senhor que lhes fornecia o alimento”.

Pães asmos. Um memorial à pressa com a qual deviam partir (v.34), mas também um símbolo de sua purificação e libertação do fermento do mundo.

Ervas amargas. O Mishnah (Pesahim 2: 6) menciona alface, escarola, chicória, serpentário, hortelã e dente-de-leão como sendo as ervas amargas. Isto serviria para “chamar a atenção para a amargura da vida experimentada por Israel no Egito, e esta amargura devia ser sobrepujada pela doçura da carne do cordeiro”.

V- 9. A fressura, as partes internas, as vísceras (coração, fígado etc.).

V- 11. À pressa. Com temor, unindo a pressa ao sinal de perigo.

Lombos cingidos. Suas longas vestes flutuantes deviam ser amarradas para não lhes impedir os movimentos.

A páscoa do Senhor. Uma páscoa (Hb. Pesah, LXX pascha, e assim “páscoa” no português) a Jeová; Ordenada por Ele e comemorada para Ele. A etimologia da palavra é incerta, mas o significado ficou esclarecido com 12: 13. Deus “passaria por cima”, em juízo, daqueles que tivessem evidências de sua fé nEle e se refugiassem sob o sangue.

    “V- 11- A Páscoa, um tipo de Cristo, nosso Redentor (Êx. 12: 1-28; Jo. 1: 29; 1Co. 5: 6,7; 1Pd. 1: 18,19:

  1. O cordeiro tinha de ser sem mácula, e para verificação era mantido separado durante quatro dias (Êx. 12: 5,6). Da mesma maneira a vida pública do Senhor, sob escrutínio hostil, foi o teste da sua santidade (Lc. 11: 53,54; Jo. 8: 46; 18: 38).

  2. O cordeiro assim testado devia ser morto (Êx. 12: 6; Jo. 12: 24; Hb. 9: 22).

  3. O sangue tinha de ser aplicado (Êx. 12: 7). Isto fala da apropriação pela fé e refuta o universalismo (Jo. 3: 36).

  4. O sangue assim aplicado, sem mais nada, constituía uma proteção perfeita do juízo (Êx. 12: 13; Hb. 10: 10,14; 1 Jo. 1: 7). E

  5. a festa era um tipo de Cristo, o Pão da Vida, falando da ceia memorial (Mt. 26: 26-28; 1 Co. 11: 23-26).

Guardar a festa era um dever e privilégio mas não uma condição de segurança. O crente em Cristo é salvo pelo sangue do “Cordeiro que foi morto, desde a fundação do mundo” (Ap. 13: 8), e é fortalecido pela apropriação diária da Palavra – a Palavra viva, Cristo, e a Palavra viva, as Escrituras. (B. Scofield)”.

V- 12. Sobre todos os deuses. Os deuses egípcios deviam ser denunciados como impotentes para defender e indignos de respeito. Mais ainda, os deuses eram adorados na forma de muitos dos animais e na forma do próprio Faraó, e nesses representantes os deuses seriam golpeados.

 

                                                        Cont..

 

 

 

 

Compartilhe com seus irmãos e amigos.