SEDE SANTOS, PORQUE EU SOU SANTO.

Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento.
PROCURA APRESENTAR-TE A DEUS APROVADO, COMO OBREIRO QUE NÃO TEM DE QUE SE ENVERGONHAR, QUE MANEJA BEM A PALAVRA DA VERDADE.

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terça-feira, 27 de novembro de 2012

I CORINTIOS  -  Continuação

 

 

 

 

OS MINISTROS TEM QUE SER FIÉIS 4:1-5

Vs.1-5- A análise das causa da divisão chega a um final aqui. Os ministros de Deus são servos, cuja única responsabilidade é serem fiéis (vs.1,2). Seu julgamento pertence somente ao Senhor (vs.3,4). Portanto, todo julgamento deve aguardar a Sua vinda (v.5). Não haverá nenhum tribunal preliminar.

V.1- Ministros (em grego, diferente da palavra em 3:5) dá a idéia de subordinação, a palavra originalmente se referindo a alguém que rema na fileira inferior de um trireme (cons. Lc.1:2). Despenseiros são administradores responsáveis por grandes propriedades; o pensamento é de privilégio orientado;

V.2- Fidelidade é a virtude necessária a todos os servos e despenseiros, especialmente nas coisa de Deus.

V.3- Paulo repudia o julgamento dos outros, como também o próprio. Tribunal humano pode estar retrocedendo a 3:13. Não significando nada a Paulo que o homem(lit. dia do homem) tenha o seu dia de julgamento hoje.

V.4- Porque explica suas razões. De nada me argüi a consciência (lit.contra mim não há nada) é uma declaração notável. Paulo experimentou comunhão ininterrupta (1:9); sua prática harmonizava-se com a sua posição. Ele não falhara no cargo de despenseiro.

V.5- Portanto (a conclusão), já que só o Senhor pode julgar, é preciso esperar que Ele venha. No tempo apropriado

Ele o fará cabal e completamente, desmascarando as cousas ocultas das trevas. Esse tempo é a sua vinda (1:7). E – maravilha das maravilhas! – cada um (cada crente) receberá o seu louvor da parte de Deus.

A Aplicação e Conclusão. 4:6-21.

Agora Paulo apresenta um grupo de perguntas iradas para demonstrar o orgulho dos crentes coríntios (6-13, e depois conclui com uma nota de delicadeza, fazendo-os lembrar o relacionamento que há entre eles) (vs. 14-21). Ele era o pai, deles, e por isso, eles, os filhos, deviam segui-lo. Caso contrário, teria de usar a vara, quando os visitasse (v.2:31).

V.6- Apliquei-as figuradamente é a tradição de um verbo que significa mudar a aparência externa, a coisa permanecendo a mesma. Eu adaptei seria boa tradução. As (estas coisas) refere-se a 3:5 – 4:5, não a 1:10 – 4:5. Paulo e Apolo foram simples ilustrações da situação dos coríntios. O escritor omite os nomes dos verdadeiros acusados para evitar ressentimentos. Não ultrapasseis o que está escrito é uma boa tradução; ou, viver de acordo com as Escrituras. O apóstolo desejava que andassem pela Palavra.

V.7- Pois explica a inutilidade do orgulho. Os pronomes estão no singular; Paulo dirige-se ao indivíduo. Agostinho viu a verdade da graça de Deus através da segunda pergunta deste versículo.

V.8- volta-se para o antes do tempo (v.5). A era messiânica, que começará depois do tribunal de Cristo, já começara para os coríntios, escreveu Paulo, reprovando-os. "Alcançaram um milênio particular só deles.".

 

 

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terça-feira, 20 de novembro de 2012

 

I CORINTIOS  -  Continuação

 

 

2) Causa segunda: Má interpretação do Ministério, 3:5- 4:5.

 

O segundo motivo para as divisões, a má interpretação do ministério de Cristo, passa agora a ser discutido.

Ministros são simples servos: na verdade, é Deus que opera (3:5-9). Eles são responsáveis pelo material adequado na construção do templo de Deus, a Igreja (3:9-17). Ninguém deve se gloriar em algum desses homens, pois todos eles pertencem a cada crente (3:18-23) e só serão julgados por Deus.

V.5- Quem. Literalmente, o que. Isto chama a atenção para a função, desviando-a dos homens Paulo e Apolo nada mais eram que Servos, ministros de Deus.

V.6- Paulo plantou e Apolo regou, mas só Deus pode fazer a semente crescer.

Vs.8,9- No trabalho Paulo e Apolo, isto é, estavam em harmonia. Entretanto na questão do galardão, serão feitas distinções. De Deus cooperadores pode significar que eles eram companheiros de trabalho que pertenciam a Deus, ou companheiros de trabalho com Deus.

 

O serviço e a recompensa.

V. 10- Edifício de Deus, (v.9) leva a uma discussão de sua construção. Deve-se enfatizar que Paulo tinha em mente construtores e obras.

A graça de Deus é a capacitação divina concedida a Paulo, para o estabelecimento de Igrejas. Pus eu aponta para a pregação inicial, enquanto outro edifica inclui a obra de Apolo (1Co.3:6).

 

Jesus Cristo é o único Fundamento.

V.11- É preciso ter cuidado, pois Jesus Cristo é o único fundamento (Jo.8:12; 10:9: 14:6; At.4:12).

 

V.12- Há três tipos de construtores.

- o homem sábio (vs. 12,14),

- o que não é sábio (v.15),

- e o tolo, que prejudica o edifício(v.17).

Três diferentes resultados se seguem.

Mesmo entre os trabalhadores de Deus, dois tipos de trabalhos podem ser feitos, um sólido e duradouro, e outro perecível e passageiro ( o trabalhador tolo não pertence a Deus: v.17).

 

Todos os crentes comparecerão ante o tribunal de Cristo.

V.13- A frase, a obra de cada um, aponta para a responsabilidade individual. O dia é o dia do tribunal de Cristo (cons. 4:5; 2Co.5:10), diante do qual só os crentes comparecerão.

 

A qualidade do trabalho é que será julgada

Qual seja indica que a base do julgamento é a qualidade do trabalho, não a quantidade (1Co.4:2)

V.14- Paulo não explica a natureza da recompensa, (2Jo.8). Deus, nas Escrituras do NT., oferece a salvação aos perdidos; e ao serviço fiel dos salvos, Ele oferece recompensa. As passagens são facilmente distinguíveis pela lembrança de que a salvação é invariavelmente mencionada como um dom de graça (por exemplo, Jo. 4:10; Rm. 6:23; Ef.2:8,9), enquanto que as recompensas são ganhas pelas obras (Mt. 10:42; Lc. 19:17; 1;Co.9:24,25; 1Tm.4:7,8 Ap. 2:10; 22:12).

Uma diferença ainda é que a salvação é uma possessão presente (Lc.7:50; Jo.3:36; 5:24; 6:47), enquanto que as recompensa são consecução ( aquisição, obtenção) futura, a serem recebidas no arrebatamento (2Tm.4:8; Ap.22:12).

 

V.15- Sofrerá prejuízo. Prejuízo na recompensa, não perda de salvação. Não existe diferença entre as ovelhas do Senhor; podem haver diferenças entre seus servos (Lc.19:17). Mas eu mesmo (enfático) contrasta a pessoa com sua obra e claramente sustenta a segurança do crente. Pelo fogo. Melhor, através do fogo. O pensamento é de alguém correndo através de um incêndio, enquanto o edifício se desmorona.

Vs.16,17. O terceiro tipo de construtor, que prejudica o edifício, é o professo que não é cristão, que não é o proprietário (Gl.2:4; 2Pd.2:1-22). Corromper ou destruir são as traduções da mesma palavra grega, que é muito mais forte do que sofrer dano !Co.3:15). O Santuário é a igreja local, mas certamente a igreja local sendo a manifestação local de um único e verdadeiro templo de Deus, a Igreja Invisível, composta de todos os crentes verdadeiros em Cristo.

 

Exortação, Paulo é o mestre por excelência.

Vs.18-23- Segue-se uma advertência àqueles que pensam que são sábios (Vs.18-20), e uma exortação a se gloriarem na posse de todas as coisas, incluindo Paulo, Apolo e Cefas (vs.21-23).

Se tem por. Ou pensa. Todo crente pertence a Cristo, não a algum servo humano (repreensão aos seguidores de Paulo, Apolo e Cefas) e todos os crentes Lhe pertencem (repreensão ao partido de Cristo; cons.1:12).

 

 

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terça-feira, 13 de novembro de 2012

I CORINTIOS – Continuação

 

 

V.14- A percepção subjetiva desta verdade torna-se agora o tópico.

Ora introduz o contraste com o homem natural, o que não é cristão (Jd.19; Rm.8:9). A palavra grega traduzida para natural, significa dominado pela alma, o princípio da vida física. Este homem dominado pela alma não aceita (lit. aceitar bem; cons. At.17:11; 1Ts.1:6) as verdades divinas, nem pode entendê-las, pois se discernem espiritualmente, (pelo Espírito) (1Co.2:10,11). Ouvidos humanos não percebem a alta freqüência das ondas do rádio; homens surdos não são capazes de serem juizes em concurso de música; homens cegos não podem desfrutar da beleza dos cenários , e os que não são salvos são incompetentes para julgarem as coisas espirituais, as verdades práticas mais importantes.

 

Vs.15,16- O homem espiritual tem a potencialidade de entender tudo.

Ele mesmo não é julgado por ninguém. Por ninguém (que não seja espiritual), pois o que não é espiritual não tem o relacionamento necessário com o Espírito para julgar o espiritual. Isto explica porque tão freqüentemente os cristãos constituem verdadeiros enigmas para os que são do mundo, e às vezes enigmas para os cristãos carnais. Muita controvérsia entre os cristãos pode remontar à origem deste princípio.

 

Cp.3:1-4 Paulo passa a falar da condição dos coríntios.

Eu, porém irmãos, não vos pude falar, dá para entender bem a aplicação a situação reinante.

V.1- Por causa da imaturidade deles, Paulo não pode alimentá-los com carne. A palavra grega usada para carnal (sarkinos) significa literalmente, feito de carne, sendo equivalente à expressão, na carne. Por trás de sarkinos está o pensamento de fraqueza (Mt.26:41), conforme a palavra crianças confirma. Mas o apóstolo não os está acusando por causa dessa condição, pois eles eram recém-convertidos.

Vs.2,3- Uma séria acusação de incapacidade espiritual se encontra em nem agora podeis (uma expressão muito forte em grego). O motivo disso é que ainda eram carnais. Uma importante troca de palavras deve ser observada. Carnais, aqui não é sarkinos, mas sarkikos que significa, literalmente, caracterizado pela carne, sendo equivalente a segundo a carne (Rm.8:4). Por trás dela está a idéia de teimosia, e Paulo culpa, os que se encontram nessa condição. Fraqueza prolongada se transforma em obstinação. A recusa em se aceitar o leite da Palavra, não dá lugar à recepção da carne da Palavra.

 

Paulo descreveu quatro tipos de homens.

O primeiro, o homem natural, é o homem sem o Espírito, que precisa do novo nascimento (Jo.3:1-8).

O segundo, é o homem carnal e fraco (1Co.3:1), o menino em Cristo, que precisa crescer através da recepção do leite da Palavra.

O terceiro, tipo é o homem carnal e obstinado, mais velho , mas ainda imaturo, um cristão que precisa da restauração da comunhão, ou de uma condição sadia de recepção de alimento, pela confissão de sua teimosia, ou pecado (1Jo.1:9).

O quarto, é o homem espiritual ou amadurecido, que aceitou o leite e cresceu até chegar à maturidade espiritual, de modo que é forte e capaz de aceitar a carne da Palavra (1Co.2:15;3:2). este é o homem que Deus quer que todo cristão seja. Que Paulo iguala o homem amadurecido com o homem espiritual está evidente na comparação de 2:6 com 2:15 (cons.3:1); ele contrasta as crianças com os espirituais. Ele também declara que a sabedoria de Deus é para os perfeitos mas ele nunca usa o termo novamente na seção. Em vez disso ele escreve do homem espiritual (2:15; 3:1), que tem capacidade de julgar todas as coisas.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

ESTUDO EM CORINTIOS – Continuação

A JUSTIÇA DE DEUS

A Justiça de Deus é tudo o que Deus exige e aprova. Encontra-se somente em Cristo, pois Ele cumpriu totalmente em nosso lugar, todas as exigências da lei.

Através da imputação, (imputar = atribuir a alguém); Cristo "se nos tornou ...justiça” (1Co.1:30; comp. Lv.25:47-52; Rm. 3:26; 4:6: 10:4: 2Co.5:21: Fp.3:9; Tg.2:23).

 

A REDENÇÃO

Significa – Libertar Pagando um Preço.

A obra de Cristo cumprindo os tipos e as profecias do V.T. sobre a redenção apresenta-se em três palavras gregas importantes.

1- AGORAZÕ – comprar no mercado; o homem é considerado como um escravo "vendido sob o pecado". Rm..7:14, e sob sentença de morte, Ez.18:4; Jo.3:18,19; Rm.6:23, mas sujeito à redenção pelo preço de compra do sangue do redentor, 1Co.6:20; 7:23; 2Pd.2:1; Ap. 5:9; 14:3,4.

2)- EXAGORAZÕ – comprar e retirar do mercado, isto é, comprar e não deixar exposto a outras vendas. Gl.3:13; 4:5: Ef.5:16; Cl.4:5; falando da finalidade da obra de redenção.

3) – LUTROÕ – desamarrar ou soltar. Lc. 24:21; Tt.2:14: 1Pd.1:18: forma nominal , Lutrõsis Lc. 2:38; Hb.9:12. A palavra "livramento" (forma intensiva, apolutrõsis) usada comumente para indicar a libertação de um escravo Lc. 21:28; Rm.3:24; 8:23; 1Co.1:30; Ef.1:7,14; 4:30; Cl. 1:14; Hb.9:15; 11:35;

A redenção é através de sacrifício e poder. Cristo pagou o preço, o Espírito Santo torna o livramento real na experiência. Rm.8:2.

Êxodo o livro da Redenção,  nos ensina que:

a)- A Redenção vem totalmente de Deus. Êx. 3:7,8; Jo. 3:16.

b)- A Redenção é através de uma pessoa Êx.2:2; Jo.3:16,17.

c)- A Redenção é pelo sangue, Êx.. 12:13,27; 2Pe. 1:18,19.

f)- A Redenção é pelo poder, Êx. 6:6; 13:14; Rm.8:2.

O sangue de Cristo nos redime da culpa e da penalidade do pecado 1Pd. 1:18,19 e, o poder do Espírito Santo, nos liberta do domínio do pecado, com base no calvário Rm. 8:2; Gl.5:16.

 

Cap.2:1-5. O tema continua.

Paulo apresenta o próprio testemunho entre os coríntios. Ele, também, não se baseava na sabedoria deste mundo, nem a sua mensagem (vs.1,2), método (vs. 3,4) ou motivos (v.5). Eu faz a ligação.

Vs.3,4. Em vez de persuasão humana, o método de Paulo envolvia demonstração do Espírito e de poder. A palavra demonstração refere-se à produção de provas em uma argumentação diante de um tribunal. A nova vida dos coríntios era prova conclusiva do poder de Deus neles, (1Ts.1:5).

V.5- para que introduz o motivo. A pregação simples de Paulo tinha o intuito de evitar que os coríntios se apegassem a uma fé que dependesse de lógica e argumentação filosófica uma fé à mercê de outros argumentos dessa mesma natureza. o que depende de um argumento inteligente, fica à mercê de outro argumento mais inteligente. Uma fé, entretanto, que se baseia no poder de Deus tem fundamento sólido e duradouro.

Vs. 6-12- A esta altura alguém pode deduzir, que Paulo não dava valor à sabedoria e que ele considerava a verdade cristã fora do reino do intelecto. O apóstolo explica isso mostrando que o Evangelho contém uma sabedoria, mas uma sabedoria espiritual. As palavras introdutórias, Entretanto, expomos sabedoria, faz a ligação (Sofia, sabedoria, está em posição de ênfase no texto grego).

V.6- Experimentados, maduros nas coisas de Deus (nos. 14:20; Fp.3:15), foi igualado por Paulo com espiritual (1Co.2:15). A clausula, Entretanto, expomos sabedoria entre os experimentados, pode ser uma declaração que resume a seção. A sabedoria seria o assunto dos versículos 6-12, o falar, ou ensiná-la, o assunto do versículo 13 ( observe o falamos, e os experimentados, o assunto do restante da seção).

Vs.7-9- Um mistério. Não alguma coisa misteriosa, mas um segredo divino, uma verdade que não se pode descobrir sem a revelação divina.

Vs.10-12- No-lo (posiçao enfática no texto grego) contrasta os crentes com o mundo A eles Deus...revelou sua sabedoria pelo seu Espírito, o qual foi dado para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente.

 

V.13- Paulo passa de maneira natural para o método de comunicação, diz ele, falamos....(palavras) ensinadas pelo Espírito Santo – uma declaração enfática de que o conhecimento da verdade divina não pode ser atribuído ao intelecto e capacidade mental, em primeiro lugar.

Paulo busca sua origem na posse do Espírito de Deus, o Professor perfeito e o Juiz perfeito da doutrina. As palavras têm sido usadas para sustentar o proponentes da inspiração verbal (a verdadeira doutrina).

Mas aqui Paulo escreveu falamos e não escrevemos, referindo-se assim à apresentação oral. A clausula final apresenta um problema de difícil interpretação. Conferindo pode estar certo , pois a palavra significa isto mesmo na única vez em aparece em outro lugar do NT. 2Co. 10:12). O contexto, entretanto, esta decididamente contra o significado fora do comum da palavra. Ela pode também ter o sentido de interpretando ou explicando (Gn.40:8; Dn.5:15-17).

A tradução seria então, explicando coisas espirituais a homens espirituais. Ou teria o significado comum da palavra, combinando, e poderia então traduzir para combinando coisas espirituais com palavras espirituais (preservando a referência que acabou de ser feita a palavras).

O apostolo recebeu esta verdade de Deus e revestiu-a na linguagem dada pelo Espírito Santo. Sua reivindicação é que seus pronunciamentos eram dados por Deus e orientados pelo Espírito.

 

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