SEDE SANTOS, PORQUE EU SOU SANTO.

Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento.
PROCURA APRESENTAR-TE A DEUS APROVADO, COMO OBREIRO QUE NÃO TEM DE QUE SE ENVERGONHAR, QUE MANEJA BEM A PALAVRA DA VERDADE.

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domingo, 30 de junho de 2013

MATEUS CAPITULO 6

 

Atitudes dos Cidadãos do Reino.

Vs.1-7: 18 – Jesus compara a vida honesta que Ele espera de cada um, (5:20) com a hipocrisia dos Fariseus e seus seguidores. As seções correspondentes a 6:1-18 referem-se às práticas da piedade: a ajuda aos necessitados, a oração e o jejum. Nestes vs. Se estabelece um contraste entre fazer os atos piedosos (a vossa justiça) para serem visto pelos outros. (vs. 1-2, 5,16,18) e fazê-los para que Deus os veja (vs. 4,6,18).

V. 1- Justiça. Jesus afirma o valor positivo que há na Justiça prática, mas somente quando praticada em submissão a Deus e por amor a Ele, ao invés de buscar a glória pessoal.

Exercer a vossa Justiça, A expressão refere-se às externalidades religiosas Mt 23:5. Embora outras pessoas possam ver tais atos, este fato não deve ser a motivação por detrás deles.

Como se devem dar Esmolas.

Os motivos secretos da vida, (Lc12: 1-12) vêm aqui ilustrados em três itens: Esmolas, 6:2-4; Oração, 6: 5-15 (caps 11e18; Jejum, 6: 16-18 (Mc 2:18-22).

V. 2- Esmolas ou pratica do bem (no NT boas obras).

Todo o crente é chamado para fazer as boas obras, Ap 14:13; 1Co 11-15; 15:58

Hipócritas – No NT, o hipócrita é aquele que alega ter um relacionamento com Deus e amar a justiça, mas que está buscando seu próprio interesse, enganando-se a si mesmo. Os hipócritas no cap. 23 não tinham consciência de sua própria hipocrisia.

V.3- Ignore. Outra tradução possível: Não contes nem sequer ao teu amigo mais intimo. Cf. Lc 18:11.

Como se deve orar.

V. 5- orardes, comp. Mt 23:5; Lc 18:10-14

V. 7- não useis de vãs repetições, Essa proibição não contradiz o princípio de continuarmos pedindo a Deus aquilo que cremos ser da sua vontade. (Lc18), mas corrige a idéia de que Deus se impressiona com a quantidade de palavras.

Oração do Pai Nosso

V. 9- Esta oração é um modelo de brevidade, pedindo primeiro que Deus seja glorificado e, depois pelas necessidades humanas. È formada com uma invocação inicial e seis petições. As três primeiras se referem a Deus (o teu nome, o teu reino, a tua vontade); as outras quatro se referem aos homens, com forma e sentido comunitários (nós). Cf. Lc 11:2-4.

Pai nosso. Cf. Is 63 16; 64:8. São poucas as vezes que o AT se refere a Deus como Pai; Jesus toma esse conceito tornando-o parte essencial da fé do NT.

Pai = Aba. O grego tirou do aramaico esta palavra que significa “pai” e que caracteriza a maneira tão pessoal como Jesus se dirigia a Deus como Pai.Mc 14:36; Lc 11;2.

Pai nosso Ver adoção em Gl 4;5 b. genebra

Santificado seja. Outra tradução possível: santifica (ver Mt 5:4) pede-se que Deus mesmo manifeste a sua santidade e poder entre os homens de maneira que todos o conheçam como Deus (cf. Ez 36:22, 23; também Jo 12:28).

V.10- Faça-se..no céu. Outra tradução possível: Realiza a tua vontade (ou os teus desígnios) na terra e no céu (isto é, em todo o universo).

V.11- pão nosso de cada dia. A palavra grega traduzida por “de cada dia” é conhecida só nesta oração. Tem sido entendida como significando o pão “diário”, “necessário”, “futuro”,ou de “amanhã”. Apesar de haver três interpretações básicas para ela, a mais aceita é a de súplica pela provisão de Deus das nossas necessidade físicas. Sendo também desenvolvida nos vs. 19-34 (Êx 16:4; Pv 30:8). Notar também o tema do pão em Jo 6:32-35.

V. 12 – As nossas Dividas. Expressão comumente usada na cultura hebraica com o significado de culpas ou pecados cometidos (cf. Mt 18:23-25).

Como nós perdoamos. O problema levantado pela natureza condicional deste pedido de perdão pode ser assim explicado.

No total desenvolvimento da doutrina cristã da Salvação, há duas áreas de perdão divino:

1. Primeira área é aquela do perdão, que é concedido ao pecador no momento da Justificação e trata da culpa dos seus pecados num sentido total (Ef. 1:7), a este perdão é vinculada uma condição, isto é, aceita-Lo uma vez por todas pela fé em Cristo (Rm. 4: 5-8).

2. Segunda área do perdão abrange, o relacionamento do divino Pai com aqueles que se tornaram seus filhos e trata especificamente da questão da comunhão quando é interrompida pelo pecado. Para obter esse perdão temos de confessar e abandonar o pecado (I Jo. 1:9; comp. Sl. 66:18 e Pv. 28:13). O perdão mencionado aqui no v. 12 pertence a esta área, porque aparece em oração dada aos discípulos de Cristo (5:2) que podiam chamar a Deus de Pai (6: 9,26).

O motivo principal porque devemos perdoar aos nossos deveres baseia-se na graça de Deus e aparece mais tarde no desenvolvimento da revelação (Ef. 4:32; Cl. 3:13; Mt. 18:).

O perdão dos pecados, que sob a lei mosaica ou na igreja sempre é pela graça de Deus e com base na expiação de Cristo. Entretanto, o caso de um crente confessar seu pecado e pedir o perdão de Deus enquanto guarda rancor contra outra pessoa, além de ser incongruente, é também hipocrisia. Se considerarmos o quanto Deus já nos perdoou de certo que perdoaremos aos outros.

(Ver Parábolas Mt. 18:15-35)

V.12- Dividas. Os crentes perdoam a outro em resposta ao perdão de Deus (18:32,33); porém, se não perdoarmos os outros, não podemos clamar pelo perdão de Deus para nós mesmos, (vs. 14,15).

V.13-não nos deixeis cair em tentação”. Os perdoados oram esta petição, porque confiam em Deus e não em si mesmos. O Pai pode submeter-nos à prova (4:1; Dt. 8:2) mas não permitirá que sejamos provados além da nossa capacidade (I Co. 10:13). Devemos pedir a Deus para que nos livre da queda, prova ou tentação que põe em perigo a nossa fidelidade a ele. Cf. Mt 26:41; 1Co 10:13. Em Mt 4:1-11; 16:1, são mencionadas outras formas de tentação ou prova. Também em Tg 1:12-14.

Vs.14, 15- Mt 18:35; Mc 11; 25; Ef 4:32: Cl3:13.

 

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A Paz do Senhor.

sábado, 22 de junho de 2013

MATEUS Cap. 5 (5ª e ultima parte)

 

 

Dos Juramentos

V.33- De modo algum jureis. Jesus está se referindo a um legalismo estreito e enganador, que exige um juramento especial para obrigar o cumprimento daquilo que foi falado. A implicação de uma tal abordagem com relação à honestidade , é que só necessitamos ser verdadeiros sob juramento, (Lv 19:12; Nm 30:2; Dt 23:22).

V.37- Seja o vosso falar sim, sim é o suficiente para o crente. “O que passa disto”. Acrescentando juramento às nossas declarações, ou admitimos que não se pode confiar em nossas palavras costumeiras, ou nos rebaixamos ao nível de um mundo mentiroso. Que vem do maligno. (Jo. 8:44; Mt 23:16-22; cf. Is 66:1; Tg 5:12).

(Alguns ensinavam que certos juramentos obrigavam mais que outros, pois, para evitar maiores responsabilidades, juravam por coisas menores. Jesus ensina que todos sempre devem ser fiéis à sua própria palavra, para que não tenham necessidade de jurar).

Nota – A verdade nos relacionamentos, especialmente entre cristãos, é divinamente ordenada (Ef 4:25; Cl 3:9), e o falar a verdade é essencial à piedade autêntica (Sl 15:1-3). Deus proíbe a mentira, o engano e falsos testemunhos (Êx 20:16; Lv 19:110. Jesus faz a mentira remontar a Satanás (Jo 8:44). Aqueles que como Satanás mentem, com o objetivo de enganar, de injuriar outros são severamente condenados nas Escrituras (Sl 5:9; 12:1-4; 52:2-5; Jr 9:3-6; Ap 22:15). Um modo de reconhecer a dignidade do nosso próximo, que traz em si a imagem de Deus, é reconhecer que ele tem direito à verdade. O falar a verdade mostra respeito devido ao nosso próximo e a Deus e é fundamental à nossa crença e ao amor ao próximo.

 

 

Da Vingança Lc 6:27-30.

V. 38- Olho por olho. A intenção original de Êx. 21:24; Lv. 24:20; Dt. 19:21, é que a punição deveria ser justa e adequada ao crime. Estas limitações proibiam severamente a vingança maior, (tal como a de Lameque Gn. 4:23) e que houvesse diferentes penalidades para diferentes classes sociais. (Esta lei era conhecida como “lei de talião” limitava o castigo a uma pena correspondente à ofensa, Êx 21:23-25)

V. 39- Não resistais ao perverso. (Lm. 3:30 um tapa na face direita se considerava um insulto muito grave). Jesus mostra como deveríamos receber a injuria pessoal. Um filho de Deus deveria estar pronto a sofrer perda por assalto (v.39).

Nota- No contexto, isso significa “não busque restituição na corte”. Uma bofetada na face direita com as costas da mão significa tanto um insulto quanto uma injúria. A observância de Jesus pode lembrar as palavras do Servo do Senhor, em Is 50:6.

V.40 –42- Litígio. Regulamentos compulsórios

V.40-Túnica- Roupa de baixo.

Capa- Vestimenta externa mais cara, as vezes usada como coberta de cama (Êx. 22:26,27) e portanto não podia ser mantida durante a noite como garantia de pagamento de divida (Dt. 24:12,13).

V.41- Se alguém te obrigar. A possibilidade de um soldado romano coagir uma pessoa a servir como guia ou transportador de cargas era real, (até uma milha, 1,5 km). Mas mesmo se compelido por força a fazer alguma coisa por alguém, a pessoa pode demonstrar liberdade para fazer voluntariamente mais do que foi exigido, ao invés de fazer o serviço com má vontade.

(v. 42), mendicância; (v. 42b), empréstimo.

 

 

Do Amor ao Próximo Lc 6:32-36.

Vs. 43-47- Amarás o teu próximo. (Lv 19:18,34), resume toda a tábua da lei (confira com Mt. 22:39).

Odiaras o teu inimigo. Esta adição que não é das Escrituras, desvia-se da lei do amor. Era uma falsa conclusão derivada do ensino dos escribas, (tirada de textos como Sl 139:21, 22 e outros), vinha da estreita compreensão daquilo que significava “próximo” que para os judeus era simplesmente outro judeu. Jesus mostra que a verdadeira intenção de Lv. 19:18 é incluir até os inimigos, (Lc. 10:29-37). (Estava implícito na maneira de Israel como nação, tratava seus inimigos, em alguns casos do AT e em Salmos. Embora que a assim tenha sido Jesus o proibiu.)

Amai os vossos inimigos. O amor “Ágape” prescrito é o amor inteligente que se esforça em libertar o inimigo de seu ódio. É o amor que levou Deus a dar o seu Filho para salvar o mundo Jo. 3:16. È, portanto a prova de que aqueles, que assim amam, são os verdadeiros filhos de Deus. Êx 23:4, 5; Pv 25:21; Rm 12:14_20; 13:8-10.

V. 45- Torneis filhos, Jo 8:44.

V.48 – Sede vós perfeitos. O padrão que Deus exige do seu próprio povo é seu caráter perfeito. A perfeição de Deus inclui o amor benevolente (v.45). Mesmo que essa perfeição não seja atingida nesta vida, ela é o objetivo daqueles que se tornaram filhos do Pai. (Fl. 3:12-14).

(A palavra “perfeito”, como a Bíblia a usa em referencia aos homens, não se refere à perfeição sem pecado. Os personagens do Velho Testamento descritos como “perfeitos” obviamente não eram sem pecado (comp. Gn. 6:9; IRs. 15:14; II Rs. 20:3; I Cr. 12:38; Jó 1:1,8; Sl. 37:37). Embora algumas palavras hebraicas e gregas fossem traduzidas para “perfeito” , a idéia é geralmente de uma coisa completa em todos os detalhes (Hb. Tamam, gr. Katartizõ), alcançar um alvo ou atingir um propósito (gr. Teleioõ).

Três estágios da perfeição são revelados:

1- Perfeição posicional, já possuída por cada crente em Cristo (Hb. 10:14).

2- Perfeição relativa, isto é, maturidade espiritual (Fp. 3:15), especialmente em aspectos tais como a vontade de Deus (Cl. 4:12),

ü Amor (I Jo. 4:17, 18).

ü Santidade (IICo. 7:1)

ü Paciência (Tg. 1:4),

ü “toda a boa obra” (Hb. 13:21).

A maturidade se alcança progressivamente, como em II Co. 7:1, “aperfeiçoando a nossa santidade”, e Gl. 3:3, lit. “estais agora sendo aperfeiçoados?” e é feita através dos dons do ministério concedido para “o aperfeiçoamento dos santos” (Ef. 4:12). E

ü A perfeição final, isto é a perfeição na alma, no espírito e no corpo, que Paulo nega ter alcançado (Fp. 3:12), mas que será realizada quando da ressurreição dos mortos (Fp. 3:11). Para o cristão, nada que careça da perfeição moral de Deus é o seu padrão absoluto de conduta, mas as Escrituras reconhecem que os cristãos não alcançam a perfeição sem pecado nesta vida (comp. I Pe. 1:15,16; I Jo. 1:8-10).

Perfeitos. Lv 11:44, 45; 19:2; Dt 18:13. Com a exortação de serem perfeitos como o Pai celeste, se resume todo o ensinamento dado em 5:17-48. Já em Lc 6:36, a exortação é de serem misericordiosos, como... é misericordioso vosso Pai.

A palavra implica em desenvolvimento total, crescimento em maturidade piedosa.

 

                                                           Cont.. cap. 6 de Mateus.

 

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sábado, 15 de junho de 2013

MATEUS cap. 5 continuação (4ª parte)

 

Primeiro a reconciliação depois o sacrifício.

V.25- “Entra em acordo sem demora”. Enquanto os vs. 23,24 tratam da reconciliação de um irmão ofendido, os vs. 25,26 parecem indicar o conflito de uma sociedade maior – neste caso, conflito legal. Os cristãos devem trabalhar pela reconciliação em todas as áreas da vida. (Lc 12:58,59).

Da Concupiscência, adultério e divórcio.

(comp. Mt. 19:3—11; Mc 10:2-12; 1Co 7:1-16).

Vs. 27-32Adultério. Jesus proíbe alimentar a cobiça que leva ao ato, (roupas sensuais é uma forma de alimentar a cobiça). (Êx 20:14; Dt 5:18)

Vs.29-30. Mt 18:8,9; Mc 9:43-47. Exagero intencional, chamado hipérbole, para expressar a necessidade de sacrificar algo valioso, quando o retê-lo dá ocasião ao pecado.

V.29- “Arranca-o”. A severidade da exigência ilustra a natureza da ética radical de Jesus e nossa intensa necessidade. Jesus não está advogando automutilação, pois nem as mãos nem os olhos provocam a luxúria. Mas o coração e a mente. Os cristãos não devem apenas evitar o ato de adultério (“mão”), mas também aquelas coisas que conduzem a atitudes libidinosas (“olho”).

 

Vs. 31,32- Divórcio

Dt 24:1-4; cf. Mt 19:7; Mc 10:4

Relações sexuais ilícitas: Provavelmente, esta palavra designe, tanto aqui como em Mt 19:9 e em At 15:20,29; 21:25, o caso dos matrimônios proibidos pela Lei (cf. Lv 18:6-18); Nm 25:1). Também tem sido interpretado como equivalente a adultério.

Relações sexuais ilícitas: Abrange todo o ato sexual fora do casamento.

 

Casamento e Divórcio

Ml 2:14-16.

O casamento é uma relação exclusiva na qual um homem e uma mulher se entregam mutuamente um ao outro numa aliança vitalícia e, com base nesse voto solene, eles se tornam “uma só carne” (Gn 2:24; Ml 2:14; Mt 19; 4-6).

“A Confissão de Westminster (XXIV. 2) afirma: O matrimonio foi ordenado para o mútuo auxílio de marido e mulher, para a propagação da raça humana por sucessão legítima, e da igreja por uma semente santa, e para impedir a impureza” (licenciosidade sexual e imoralidade; (Gn 1:28; 2:18; 1Co 7: 2-9)”. O ideal de Deus para o casamento é para os cristãos e para os não-cristãos, mas é da vontade de Deus que os dos seu povo se casem, só com cônjuges da mesma fé (1Co 7:39; cf. 2Cr 6:14; Ed 9:10; Ne 13: 23-27). A intimidade, na sua mais profunda dimensão, é impossível quando os cônjuges não estão unidos na fé.

Paulo usa o relacionamento entre Cristo com a sua Igreja para explicar o que é o casamento cristão, de modo que ressalta a especial responsabilidade do marido, como o cabeça e protetor da esposa, e conclama a esposas pra aceitar seu marido nessa condição (Ef. 5: 21-33). A distinção de papéis não implica em que a esposa seja pessoa inferior, pois como portadores da imagem de Deus, tanto o homem como a mulher têm igual dignidade e valor e devem cumprir seus papéis com mútuo respeito, baseados no conhecimento desse fato.

Deus odeia o divórcio (Ml 2:16); contudo, determina disposições para o divórcio, que protegem a mulher divorciada (Dt 24: 1-4). Essas disposições foram promulgadas “por causa da dureza do vosso coração” (Mt 19:8). A compreensão mais natural do ensino de Jesus (Mt 5: 31,32; 19:8,9) é que o adultério – o pecado da infidelidade conjugal _ destrói a aliança do casamento e justifica o divórcio ( ainda que a reconciliação fosse preferível) e que aquele que se divorcia de sua esposa por qualquer razão menor torna-se culpado de adultério, quando se casa de novo, e leva a esposa a cometer adultério, se ela também se casar de novo. O princípio é que todos os casos de divórcio e de novo casamento leva ao do ideal de Deus para a relação sexual. Perguntado quando o divórcio seria legítimo Jesus respondeu que o divórcio é sempre deplorável (Mt 19: 3-6), mas não negou que os corações continuam a ser duros e que o divórcio, ainda que mau, podia às vezes ser permitido.

Paulo diz que o cristão é abandonado pelo cônjuge não-cristão não está sujeito à servidão (1 Co. 7:15). Isso evidentemente significa que o cristão pode considerar acabada a relação. Se esse fato confere o direito de um novo casamento tem sido matéria de muita disputa.

A Confissão de Westminster (XXIV. 5,6), com sábia cautela, afirma aquilo em que, à base da reflexão sobre as Escrituras acima referidas, ao longo do tempo, os cristãos Reformados concordam no que diz respeito ao divórcio:

“No caso de adultério depois do casamento, à parte inocente é licito propor o divórcio e, depois de obter o divórcio, casar com outrem, como se a parte infiel fosse morta.

Embora a corrupção do homem seja tal que o incline a procurar argumentos a fim de, indevidamente, separar aqueles que Deus uniu em matrimonio, contudo nada, senão o adultério é causa suficiente par dissolver os laços matrimoniais, a não ser que haja deserção tão obstinada que não possa ser remediada pela igreja nem pelo magistrado civil. “Para a dissolução do matrimonio é necessário haver um processo público e regular, não se devendo deixar ao arbítrio e discrição das partes o decidirem em seu próprio caso”.

 

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sábado, 8 de junho de 2013

MATEUS CAP 5 3ª Parte Continuação

V. 17 - Relação de Cristo com a Lei

Ao cumprir a lei, Jesus não altera substitui ou anula os mandamentos anteriores; antes Ele estabelece seu verdadeiro intuito e propósito em seu ensino, e os cumpriu em sua vida obediente. Cristo cumpriu o VT obedecendo à lei perfeitamente, cumprindo seus tipos e profecias e pagando o preço total da lei como substituto dos pecadores (conseqüentemente, os crentes têm a Justiça de Cristo que foi imputada pela justificação. Rm 3: 20-26; 10:4).

Não há contradição, entre o ensino de Jesus e a doutrina de Romanos, Gálatas e Hebreus, de que somos justificados pela fé em Cristo e não pelas obras da Lei. O que Ele quer dizer é que a lei moral de Deus é a expressão da santidade divina, sendo, pois, de eterna obrigação para o Seu povo. E que, na realidade Ele veio dar às declarações antigas da Lei um sentido mais profundo, veio reforçá-las, não somente no que diz respeito aos atos externos como nas profundezas do coração humano. Ilustrando com cinco itens: Homicídio, adultério, juramento, vingança e ódio aos inimigos.

A relação de Cristo com a lei pode ser resumido assim:

1. Cristo foi colocado debaixo da lei (Gl. 4:4).

2. Ele veio em perfeita obediência à lei (Mt. 17:5; Jo. 8:46; IPd.2:21-23).

3. Ele foi ministro da lei aos judeus, limpando-a dos sofismas rabínicos reforçando-a para aqueles que professam obedecê-la (como por ex. Lc. 10:25-37), mas confirmando as promessas feitas aos pais sob a aliança Mosaica (Rm. 15:8; Ver Ex. 19:5.

4. Ele cumpriu os tipos da lei através de Sua vida Santa e morte sacrificial (Hb. 9: 11-28).

5. Ele assumiu, vicariamente, a maldição da lei para que a Aliança Abraâmica (ver Gn. 12:2) ficasse à disposição de todo aquele que crê (Gl. 3:13,14).

6. Ele livrou por meio de Sua obra redentora, todos os que crêem - tirando-os da posição de servos sob a lei para a posição de filhos (Gl. 4:1-7).

7. Ele foi o mediador da Nova Aliança, através do seu sangue (Hb. 8:8 nota), para a certeza e a graça nos quais todos os crentes permanecem (Rm. 5:2), estabelecendo assim a lei de Cristo (Gl. 6:2) com os seus preceitos de vida reta possíveis pela habitação do Espírito.

V.17- a Lei e os Profetas, um modo de referir-se a todo o AT.

Não vim revogar, As correções expostas nos vs. 21-48 devem ser lidos à luz desta observação de abertura. Ao cumprir a lei, Jesus não altera, substitui ou anula os mandamentos anteriores, antes, ele estabelece seu verdadeiro intuito e propósito em seu ensino, e os cumpre em sua vida obediente. A lei, bem como os Profetas, apontam para Cristo.

V.19- “Aquele, pois que violar.” Literalmente, o que desatar ou afrouxar; também pode se entender como o que declara como não obrigatório.

V. 20 –Vossa justiça”. Referência ao fazer o que é justo diante de Deus, (Mt3:15).

Diferente da justiça dos escribas e fariseus, que consistia em uma simples conformidade exterior, e carnal, ao código mosaico, ainda que escrupulosamente observado. A justiça do crente se baseia na justiça de Cristo que lhe foi imputada e obtida pela fé (Rm. 3:21,22), que o capacita a viver justamente (Rm. 8:2-5).

“Devemos observar que Jesus não critica os fariseus por sua estrita observância da lei, mas pela ênfase que dão à conformidade externa com ela, sem uma atitude interior adequada (cap. 23). Por focalizarem os aspectos externos, evitavam o real intento da lei e, assim, obscureciam suas reais exigências. Os textos de Qumram referem-se aos fariseus como “os que andam atrás de coisas suaves”, porque eles ajustavam e comprometiam a lei às realidades da vida. Tal acomodação eliminava a consciência da necessidade da graça e da dependência de Deus. Nos versos seguintes, Jesus restaura a verdadeira natureza da lei de Deus, e diz que ela obriga total e radical santidade. Jesus exige uma mais profunda obediência, e não descaso ao mandamento de Deus”.

Nos vs. 21-48, são apresentados seis contrastes, quase na mesma forma, sobre o tema da justiça introduzido em 5:20.

Do homicídio.

Vs. 21-26 –homicídio”.

Jesus mostra como esse cumprimento da lei é mais profundo, que uma simples conformidade exterior. Cristo reprova a conservação de rancor e ódio no coração.

V.21-Ouvistes que foi dito”. Não o ensino da lei de Deus propriamente, com suas promessas (Êx 20:13; Dt 5:17), mas o ensino de lei por escribas e fariseus.

V.22- Raqa – é uma palavra traduzida do aramaico significa, “cabeça vazia, sem miolos”.

Tolo – Raqa. Extremo insulto, com a idéia de abominado ou ímpio. Esta expressão é um insulto grave. (1Jo 3:15).

Inferno de fogo. Do grego gehenna, é o lugar no Vale do Hinom, onde, no passado ofereciam-se sacrifícios humanos (IICr. 33:6; 28:3; Jeremias chamou-o o “vale da matança”, um símbolo do terrível juízo de Deus, Jr. 7:31,32; IIRs. 23:10) era um depósito de toda a imundície, fora de Jerusalém e onde a contínua queima de lixo ilustrava o julgamento eterno dos ímpios. A palavra aparece em Mt. 5:22,29,30; 10:28; 18:9; 23:15,33; Mc. 9:43; 45:47; Lc.12:5; Tg. 3:6. Em todos os exemplos, com exceção do último, a palavra foi enunciada por Jesus Cristo em soleníssima advertência das conseqüências do pecado. Ele descreve-o como o lugar onde “não lhe morre o verme, nem o fogo se apaga” (Mc. 9:44).

A expressão é idêntica em significado ao “lago de fogo” (Ap. 19:20; 20:10,14,15).

 

 

                                         O INFERNO OU LAGO DE FOGO

O Inferno. O Novo Testamento considera o inferno como o lugar de habitação final dos condenados à   punição eterna, no Juízo Final (Mt 25: 41-46; Ap 20: 11-15). É descrito como um lugar de “fogo” e “trevas” (Jd 7,13), de “choro e ranger de dentes” (Mt 8:12; 13:42,50: 22:13: 24:51: 25:30),de “destruição” (2Ts 1:1-9; 2Pe 3:7; 1Ts 5:3). De “tormento” (Ap 20:10; Lc 16:23). Se esses termos são simbólicos ou literais não é muito importante, o importante é que: a realidade será bem mais terrível do que símbolo. O ensino do Novo Testamento a respeito a respeito do inferno visa a nos alarmar e encher-nos de horror, persuadindo-nos de que, embora o céu seja melhor do que podemos sonhar assim o inferno será pior do que podemos imaginar. Estas são as conseqüências da eternidade que precisam ser realisticamente enfrentadas.

O inferno não é tanto a ausência de Deus, quanto a conseqüência da sua ira e indignação. Deus é um fogo consumidor (Hb 12:29), e a justa condenação daqueles que o desafiam apegando-se aos pecados que ele detesta será experimentado no inferno (Rm 2:6,8,9,12). Segundo as Escrituras, o inferno nunca terá fim (Jd 13; Ap 20:10). Não há fundamento bíblico para especulações acerca de uma “segunda oportunidade” depois da morte ou da aniquilação dos ímpios em alguma ocasião futura.

Os que estão no inferno compreenderão que se condenaram a sim mesmos para estarem ali, porque amaram mais as trevas do que a luz, recusando-se a terem o seu Criador como seu Senhor. Preferiram a auto gratificação do pecado ao altruísmo da justiça, rejeitando ao Deus que os criou (Jo 3:18-21; Rm 1:18,24,26,28,32; 2:8; 2Ts 2:9-11). A revelação geral coloca cada um diante da incontestável evidência de Deus, e, desse ponto de vista, o inferno tem sua base no respeito de Deus pela escolha humana. Todos recebem o que escolheram, seja estar com Deus para sempre ou estar sem Ele. Os que estão no inferno saberão não só que seus feitos mereceram a sua punição, mas também saberão que escolheram isso em seu coração.

O propósito do ensino bíblico sobre o inferno é fazer-nos aceitar com gratidão a graça de Deus em Cristo, que nos salva dele (Mt 5:29,30: 13:48-50). Por essa razão, a advertência de Deus para nós é misericordiosa: Ele não tem prazer “na morte do perverso, mas em que o perverso se converta do seu mau caminho e viva” (Ez 33:11).

 

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FAÇA UM ESTUDO EFICAZ:

Acompanhe pela sua Bíblia e faça anotações em um caderno. Faça também revisão dos primeiros estudos.

Sempre com oração em primeiro lugar porque o melhor professor é o ESPÍRITO SANTO.

Dica para memorizar sua Bíblia: Aproveite e leia cada capitulo da Bíblia no minimo 5 vezes. “Se tu uma benção”.

Antes de sair desta pagina e se você tem sido abençoado pelos estudos, faça uma oração por mim. 

Muito obrigado

sábado, 1 de junho de 2013

MATEUS CAP. 5 Continuação (2ª parte)

V. 3- Bem-aventurados, Felizes. Uma discrição da condição intima do crente, e não por terem bens materiais (Habacuque 3.  Dá um quadro do VT do homem bem-aventurado, que evidencia sua natureza por suas atitudes).

Os humildes de espírito”. Os que não põem a sua esperança nem a sua confiança nos bens materiais, mas sim em Deus. (Sl. 22:24; 69:32,33; Is. 29:19: Mt. 11:5; Lc. 4:18; Tg. 2:5).

Vs. 4,5 –choram” (confira com Is. 61:3).

Os que choram por causa do pecado e do mal, especialmente os deles mesmos, e por causa do fracasso da humanidade em dar glória a Deus. Considerando que Cristo levou sobre si os pecados dos homens, o conforto do perdão completo está à nossa disposição imediatamente (I Jo. 1:9).

Mansos. Só mencionados por Mateus. Esta bem-aventurança assemelha-se à do Sl 37:11, e talvez baseada nela.

A mansidão aqui referida é de natureza espiritual, uma atitude de humildade e submissão a Deus. Nosso modelo de mansidão é Jesus 11:29, que se submeteu à vontade de seu Pai. Ele é a fonte da verdadeira mansidão, Mt. 11:28,29 e a concede quando os homens se submetem à sua vontade.

Herdarão a Terra. O reino messiânico terreno e também o último compromisso da promessa a Abraão, que Paulo chama “herdeiro do mundo” (Rm. 4:13; cf. Hb. 11:16). Segundo as fronteiras prometidas por Deus a Abraão Gn 15,18, Israel nunca tomou posse sendo cumpridas no Milênio.

Vs. 4,6- Serão consolados, serão fartos, está na voz passiva. Sugere que será Deus quem realizará estas ações.

V. 6 –Fome e sede de Justiça”. As imagens de fome e sede são usadas no sentido espiritual em Is. 55:1,2; Am. 8:11.

Uma paixão profunda pela Justiça pessoal. Tal desejo é evidencia da insatisfação com o alcance espiritual atual (contraste com os fariseus Lc. 18:9). Os que procuram a Justiça de Deus, aqueles que desejam e não os que confiam em sua própria justiça.

V. 7 –misericordiosos” Sl. 18:25. Aqueles que põem em ação a piedade podem esperar a mesma misericórdia tanto da parte dos homens como de Deus.

V. 8 –limpos de coração”. Aquele cujo ser moral está livre da contaminação do pecado, sem malicia ou hipocrisia para com Deus e seu próximo e sem interesses ou lealdade dividas. Estes, na possessão da natureza pura de Deus, possuem a visão límpida de Deus, que atingirá o seu clímax, na volta de Cristo (I Co 13:2; 1Jo. 3:2).

V. 9 –pacificadores” - Paz espiritual e não a cessação da violência física entre as nações, Deus é “o Deus da Paz (Hb. 13:20) e Cristo, é o Príncipe da Paz” (Is. 9:6). Alcançada por aqueles que a buscam em Deus, e por isso são chamados seus filhos. O principio é ampliado nos vs. 44,45 – os filhos de Deus buscam a paz mesmo com seus próprios inimigos.

Vs.10-12 –Os perseguidos por causa da Justiça” – Quando se estabelecer o reino messiânico, essas injustiças serão sanadas. E mesmo dentro desse reino a presença de homens com natureza pecadora tornará possível o mal, ainda que imediatamente julgado.

os profetas” – Os videntes do VT que profetizaram o reino e proclamaram seu caráter de Justiça encontraram a mesma oposição (Jeremias, Jr. 20:2; Zacarias, IICr. 24:21).

Em cada caso a felicidade não está propriamente no infortúnio, mas nas recompensas gloriosas do futuro.

Nos v. 11, a mudança da terceira pessoa “eles” (vs. 3,10), para a segunda “vós” vs. (11,16) é significativa. Grande parte do Sermão de montanha foi dirigida aos discípulos como cidadãos dos céus (conseqüentemente se estende a nós).

(Bem aventurados, ou felizes, os que sofrem, os humildes, os deprimidos de espírito, os misericordiosos, e os perseguidos. A felicidade não está no infortúnio, mas nas recompensas gloriosas do futuro. O céu, para Jesus que o conhecia, era infinitamente, superior à vida terrena, que Ele considerava uma bênção qualquer condição que tornasse mais vivo o desejo de entrar no Céu).

Vs.13-16 –Sal e luz do mundo”. O valor primário do sal não estava em seu uso como condimento, mas em sua capacidade de preservar. Os crentes devem ser uma coibição à expansão da corrupção no mundo, caso contrário é um crente inútil.

Vs.14-16 –Vós sois a luz do mundo”. Os crentes com o uso e o conhecimento da Palavra de Deus, funcionam positivamente para iluminar um mundo que está nas trevas, porque nós possuímos a Cristo, que é a luz (Jo. 8:12). A luz de Cristo deve brilhar publicamente. Deve ser também exibida em nossos relacionamentos individual e particular. O motivo mais grandioso para a vida cristã que alguém pode ter, é que, por sua maneira de vida, seus companheiros sejam constrangidos a glorificar a Deus. (2Rs. 4:9).

V.18- nem um i ou um til. O “i” representa um yod, a menor letra do alfabeto hebraico que parece com um apóstrofo (‘). O “til” representa um pequenino traço que prolonga um lado de certas letras hebraicas para distingui-las de outras. O que o Senhor deseja comunicar é que cada letra de cada palavra do Antigo Testamento é vital e será cumprida.

V.17- Nota – De acordo com Elazar (Larry) Brandt, um judeu messiânico (judeu crente), as bem-aventuranças, na verdade, são frases do AT na forma de bênçãos que representam a era messiânica. Ao fim delas, Jesus diz: “Quão abençoados são vocês quando as pessoas os insultarem e perseguirem e inventarem todo tipo de calúnia contra vocês” (v. 11). Ele ao pronunciar essas bem-aventuranças no contexto de bênçãos messiânicas, está dizendo, em código, que é o Messias – o que deve ter chocado e surpreendido seus ouvintes.

Com esta compreensão interpretamos o versículo 17 como a sentença-tema para assumir que a premissa de Jesus no sermão do monte era: “Eu sou o Messias”. Implicitamente Jesus estava se revelando aos seus ouvintes.

                                                               Conti..

 

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