SEDE SANTOS, PORQUE EU SOU SANTO.

Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento.
PROCURA APRESENTAR-TE A DEUS APROVADO, COMO OBREIRO QUE NÃO TEM DE QUE SE ENVERGONHAR, QUE MANEJA BEM A PALAVRA DA VERDADE.

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sábado, 8 de junho de 2013

MATEUS CAP 5 3ª Parte Continuação

V. 17 - Relação de Cristo com a Lei

Ao cumprir a lei, Jesus não altera substitui ou anula os mandamentos anteriores; antes Ele estabelece seu verdadeiro intuito e propósito em seu ensino, e os cumpriu em sua vida obediente. Cristo cumpriu o VT obedecendo à lei perfeitamente, cumprindo seus tipos e profecias e pagando o preço total da lei como substituto dos pecadores (conseqüentemente, os crentes têm a Justiça de Cristo que foi imputada pela justificação. Rm 3: 20-26; 10:4).

Não há contradição, entre o ensino de Jesus e a doutrina de Romanos, Gálatas e Hebreus, de que somos justificados pela fé em Cristo e não pelas obras da Lei. O que Ele quer dizer é que a lei moral de Deus é a expressão da santidade divina, sendo, pois, de eterna obrigação para o Seu povo. E que, na realidade Ele veio dar às declarações antigas da Lei um sentido mais profundo, veio reforçá-las, não somente no que diz respeito aos atos externos como nas profundezas do coração humano. Ilustrando com cinco itens: Homicídio, adultério, juramento, vingança e ódio aos inimigos.

A relação de Cristo com a lei pode ser resumido assim:

1. Cristo foi colocado debaixo da lei (Gl. 4:4).

2. Ele veio em perfeita obediência à lei (Mt. 17:5; Jo. 8:46; IPd.2:21-23).

3. Ele foi ministro da lei aos judeus, limpando-a dos sofismas rabínicos reforçando-a para aqueles que professam obedecê-la (como por ex. Lc. 10:25-37), mas confirmando as promessas feitas aos pais sob a aliança Mosaica (Rm. 15:8; Ver Ex. 19:5.

4. Ele cumpriu os tipos da lei através de Sua vida Santa e morte sacrificial (Hb. 9: 11-28).

5. Ele assumiu, vicariamente, a maldição da lei para que a Aliança Abraâmica (ver Gn. 12:2) ficasse à disposição de todo aquele que crê (Gl. 3:13,14).

6. Ele livrou por meio de Sua obra redentora, todos os que crêem - tirando-os da posição de servos sob a lei para a posição de filhos (Gl. 4:1-7).

7. Ele foi o mediador da Nova Aliança, através do seu sangue (Hb. 8:8 nota), para a certeza e a graça nos quais todos os crentes permanecem (Rm. 5:2), estabelecendo assim a lei de Cristo (Gl. 6:2) com os seus preceitos de vida reta possíveis pela habitação do Espírito.

V.17- a Lei e os Profetas, um modo de referir-se a todo o AT.

Não vim revogar, As correções expostas nos vs. 21-48 devem ser lidos à luz desta observação de abertura. Ao cumprir a lei, Jesus não altera, substitui ou anula os mandamentos anteriores, antes, ele estabelece seu verdadeiro intuito e propósito em seu ensino, e os cumpre em sua vida obediente. A lei, bem como os Profetas, apontam para Cristo.

V.19- “Aquele, pois que violar.” Literalmente, o que desatar ou afrouxar; também pode se entender como o que declara como não obrigatório.

V. 20 –Vossa justiça”. Referência ao fazer o que é justo diante de Deus, (Mt3:15).

Diferente da justiça dos escribas e fariseus, que consistia em uma simples conformidade exterior, e carnal, ao código mosaico, ainda que escrupulosamente observado. A justiça do crente se baseia na justiça de Cristo que lhe foi imputada e obtida pela fé (Rm. 3:21,22), que o capacita a viver justamente (Rm. 8:2-5).

“Devemos observar que Jesus não critica os fariseus por sua estrita observância da lei, mas pela ênfase que dão à conformidade externa com ela, sem uma atitude interior adequada (cap. 23). Por focalizarem os aspectos externos, evitavam o real intento da lei e, assim, obscureciam suas reais exigências. Os textos de Qumram referem-se aos fariseus como “os que andam atrás de coisas suaves”, porque eles ajustavam e comprometiam a lei às realidades da vida. Tal acomodação eliminava a consciência da necessidade da graça e da dependência de Deus. Nos versos seguintes, Jesus restaura a verdadeira natureza da lei de Deus, e diz que ela obriga total e radical santidade. Jesus exige uma mais profunda obediência, e não descaso ao mandamento de Deus”.

Nos vs. 21-48, são apresentados seis contrastes, quase na mesma forma, sobre o tema da justiça introduzido em 5:20.

Do homicídio.

Vs. 21-26 –homicídio”.

Jesus mostra como esse cumprimento da lei é mais profundo, que uma simples conformidade exterior. Cristo reprova a conservação de rancor e ódio no coração.

V.21-Ouvistes que foi dito”. Não o ensino da lei de Deus propriamente, com suas promessas (Êx 20:13; Dt 5:17), mas o ensino de lei por escribas e fariseus.

V.22- Raqa – é uma palavra traduzida do aramaico significa, “cabeça vazia, sem miolos”.

Tolo – Raqa. Extremo insulto, com a idéia de abominado ou ímpio. Esta expressão é um insulto grave. (1Jo 3:15).

Inferno de fogo. Do grego gehenna, é o lugar no Vale do Hinom, onde, no passado ofereciam-se sacrifícios humanos (IICr. 33:6; 28:3; Jeremias chamou-o o “vale da matança”, um símbolo do terrível juízo de Deus, Jr. 7:31,32; IIRs. 23:10) era um depósito de toda a imundície, fora de Jerusalém e onde a contínua queima de lixo ilustrava o julgamento eterno dos ímpios. A palavra aparece em Mt. 5:22,29,30; 10:28; 18:9; 23:15,33; Mc. 9:43; 45:47; Lc.12:5; Tg. 3:6. Em todos os exemplos, com exceção do último, a palavra foi enunciada por Jesus Cristo em soleníssima advertência das conseqüências do pecado. Ele descreve-o como o lugar onde “não lhe morre o verme, nem o fogo se apaga” (Mc. 9:44).

A expressão é idêntica em significado ao “lago de fogo” (Ap. 19:20; 20:10,14,15).

 

 

                                         O INFERNO OU LAGO DE FOGO

O Inferno. O Novo Testamento considera o inferno como o lugar de habitação final dos condenados à   punição eterna, no Juízo Final (Mt 25: 41-46; Ap 20: 11-15). É descrito como um lugar de “fogo” e “trevas” (Jd 7,13), de “choro e ranger de dentes” (Mt 8:12; 13:42,50: 22:13: 24:51: 25:30),de “destruição” (2Ts 1:1-9; 2Pe 3:7; 1Ts 5:3). De “tormento” (Ap 20:10; Lc 16:23). Se esses termos são simbólicos ou literais não é muito importante, o importante é que: a realidade será bem mais terrível do que símbolo. O ensino do Novo Testamento a respeito a respeito do inferno visa a nos alarmar e encher-nos de horror, persuadindo-nos de que, embora o céu seja melhor do que podemos sonhar assim o inferno será pior do que podemos imaginar. Estas são as conseqüências da eternidade que precisam ser realisticamente enfrentadas.

O inferno não é tanto a ausência de Deus, quanto a conseqüência da sua ira e indignação. Deus é um fogo consumidor (Hb 12:29), e a justa condenação daqueles que o desafiam apegando-se aos pecados que ele detesta será experimentado no inferno (Rm 2:6,8,9,12). Segundo as Escrituras, o inferno nunca terá fim (Jd 13; Ap 20:10). Não há fundamento bíblico para especulações acerca de uma “segunda oportunidade” depois da morte ou da aniquilação dos ímpios em alguma ocasião futura.

Os que estão no inferno compreenderão que se condenaram a sim mesmos para estarem ali, porque amaram mais as trevas do que a luz, recusando-se a terem o seu Criador como seu Senhor. Preferiram a auto gratificação do pecado ao altruísmo da justiça, rejeitando ao Deus que os criou (Jo 3:18-21; Rm 1:18,24,26,28,32; 2:8; 2Ts 2:9-11). A revelação geral coloca cada um diante da incontestável evidência de Deus, e, desse ponto de vista, o inferno tem sua base no respeito de Deus pela escolha humana. Todos recebem o que escolheram, seja estar com Deus para sempre ou estar sem Ele. Os que estão no inferno saberão não só que seus feitos mereceram a sua punição, mas também saberão que escolheram isso em seu coração.

O propósito do ensino bíblico sobre o inferno é fazer-nos aceitar com gratidão a graça de Deus em Cristo, que nos salva dele (Mt 5:29,30: 13:48-50). Por essa razão, a advertência de Deus para nós é misericordiosa: Ele não tem prazer “na morte do perverso, mas em que o perverso se converta do seu mau caminho e viva” (Ez 33:11).

 

                                                                              Cont...

 

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