SEDE SANTOS, PORQUE EU SOU SANTO.

Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento.
PROCURA APRESENTAR-TE A DEUS APROVADO, COMO OBREIRO QUE NÃO TEM DE QUE SE ENVERGONHAR, QUE MANEJA BEM A PALAVRA DA VERDADE.

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terça-feira, 29 de maio de 2012


OBRAS DA CARNE X FRUTOS DO ESPÍRITO

Frutos do Espírito – Continuação,
“Mas o fruto do Espírito é: AMOR, ALEGRIA, PAZ, LONGANIMIDADE, BENIGNIDADE, BONDADE, FIDELIDADE, MANSIDÃO E DOMÍNIO PRÓPRIO”. Gl. 5;22.
Tudo aqui está em contraste com o procedente: fruto em lugar de obras; o Espírito em lugar de carne; e, uma lista de virtudes grandemente atraentes e desejáveis em lugar das coisas feias que estudamos.
A palavra fruto, estando no singular, tende a enfatizar a unidade e coerência da vida no Espírito oposta à desorganização e instabilidade da vida sob os ditames da carne. É possível, também, que o singular tenha a intenção de apontar para a pessoa de Cristo, no qual todas estas coisas são vistas em sua perfeição. O Espírito procura produzi-las reproduzindo Cristo no crente (cons. 4:19). Passagens tais como Rm. 1314, sugerem que os problemas morais dos homens redimidos podem ser resolvidos pela suficiência de Cristo quando apropriado pela fé.
Estas nove virtudes representam o que Deus deseja que cada um de Seus filhos seja.

AMOR – O amor é decisivo (1Jo. 4:8; 1 Co. 13;13; Gl. 5:6). Todos os demais itens dependem dele. Este amor é tanto o amor a Deus quanto ao próximo. O Senhor Jesus disse; “Amarás ao Senhor teu Deus com todo o coração, toda a tua alma, todo raciocínio” e “amarás ao próximo como a ti mesmo”.
O amor ao próximo, que tem sido sempre a marca de autenticidade do cristão devoto, não é limitado.
Em 1 Co. 13:4-8, temos a descrição do amor. “O amor é paciente; é benigno, o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, NÃO SE CONDUZ COM INDECÊNCIA, NÃO PROCURA OS SEUS INTERESSES, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba”.
Este amor está escrito em grego como “Ágape”; é o amor de Deus, incondicional que ama sem esperar nada em troca. Deus nos amou sendo nós ainda pecadores e assim deu o seu filho amado, sem requerer nada de nós.

ALEGRIA > (GOZO). A alegria é uma das virtudes fundamentais do cristão; merece por isso vir logo após o amor. O pessimismo é um grave defeito. Não é a alegria ilusória tal qual o mundo a concebe, é a alegria duradoura emanada de toda graça de Deus em nossa posse, da benção que é nossa, e que não é enfraquecida pela adversidade. A alegria concedida pelo Espírito Santo não é limitada pelas circunstâncias.
Na Bíblia “alegria” e “jubilo” são frequentemente apresentadas como padrões adequados do procedimento cristão. Elas não são o resultado do esforço individual, mas obra do Espírito Santo na nossa vida, o salmista ao referir-se à experiência espiritual do homem disse: “Pusestes alegria em meu coração, mais do que a alegria deles, quando lhes há fartura de cereais e de vinho” Sl. 4;7. Cristo a concede aos seus seguidores, Jo. 15:11, e é pelo Espírito, 1Ts. 1;6; Rm. 14:17; Fl. 4:4.
A alegria genuína e sobrenatural estava em Paulo e Barnabé quando foram presos e açoitados por pregarem o evangelho em Filipos, At. 16:25.

PAZ – É o dom de Cristo, Jo. 14:27 e inclui uma reação interior Fp. 4:6 e relacionamento harmonioso com os outros, (contraste com Gl. 5:15,20). Só o fato de nos tornarmos cristãos não nos poupa das árduas circunstâncias da existência. Entretanto, a presença do Espírito Santo em nossas vidas pode prover-nos com um dos maiores tesouros da vida: “a Paz de Deus”, a despeito de quaisquer circunstâncias. O apostolo Paulo assim pensava quando escreveu: “Não vos preocupeis com cuidado algum; antes, manifestai a Deus as vossas necessidades por meio da oração, de preces e de ação de graças. Então a Paz de Deus que supera todo o entendimento, guardará vossos corações e vossos pensamentos em Cristo Jesus”.
A Paz de Deus, é o antídoto ao que nos preocupa, não é tão automaticamente possuída pelos cristãos como a Paz com Deus. A  “Paz de Deus”, que se mantém imperturbável diante de circunstancias difíceis, é exemplificada pelo Senhor Jesus que dormia profundamente na parte inferior do navio enquanto os doze discípulos sentiam um grande pavor.
( A Paz com Deus, é obtida no momento que o pecador arrependido se chega a Deus, pedindo perdão, neste instante a reconciliação é feita com Deus, e assim fica em Paz com Deus. O pecador que era inimigo de Deus se torna filho.)


A Paz tem três dimensões.
 
-          Paz com Deus

-          Paz de Deus

-          Paz com os homens.


Paz com Deus – só pe possível mediante a justificação pela fé. Quando o pecador se entrega a Cristo. O pecador impenitente está em inimizade com Deus, visto que o pecado é uma violação da vontade de Deus.Rm 5:1b.

Paz de Deus – Esta é a paz interior que Jesus nos deu pelo Espírito Santo. Sem a paz com Deus não pode haver pás de Deus, Cl 3:15; Jô 14:26,27.

Paz com os homens – A paz como fruto do Espírito é, primeiramente ascendente para Deus; depois interior para nós mesmos, e, finalmente para o nosso semelhante, 1Rm 12:18; 1Pd 3:11

  

Paz  “Shalom”  no Velho Testamento

 A Paz em Nm. 6:24-26 visa ser uma discrição do homem que é “Bem – aventurado”, guardado e agraciado da parte de Deus, o homem que está duplamente na Presença de Deus, o homem que está “repleto” e, assim “completo”.

A Paz  “shalom” abrange todo o bem-estar;  no sentido mais lato da palavra, Jz 19:20; a prosperidade, Sl 73:3, até com referência aos ímpios; a saúde física Is. 57:18; Sl 38:3, o contentamento na partida Gn: 26:29, ao adormecer, Sl 4:8, e no momento da morte Gn. 15:15; nas boas relações entre nações e homens, 1Rs 5:26; Jz 4:17; 1Cr 12:17,18; e na Salvação, Is. 43:7; Jr. 29:11. A aplicação tem então uma dimensão muito grande.

A Paz é uma dávida de Javé. Gn. 28:21; 41:16; Lv.26:6; Jz 18:6; 1Cr 22:9. Jeremias diz que em julgamento Javé retira a sua Paz, Jr. 12:12; 14:19; 16:5: 25:37.

 O tema de Javé como doador da Paz, figura com destaque nos Salmos. Sl. 4:8; 29(28):10,11; 34:15 (33:14); 35(34):27; 37(36):18 e etc..

Notamos também que todas as passagens que encaram a Paz como dádiva de Javé, implicam na Presença de Javé, e certo número de passagens fazem conexão entre a Presença de Javé e o culto, Gn. 28: 10-22: Nm 6:23,24: Jz 18:6: Sl 4:8; 29(28):10; 2Sm 15:24.



  

A Paz no Novo Testamento.



Cristo, é a nossa Paz, Jo. 14:27; Ef. 2:14-18; Fl 4:7. Ele é o mediador da Paz, inaugurou o reino de Deus e trouxe a reconciliação Rm 5:1; Cl 1:20; Lc 2:14; 1:79. Jesus Cristo é na realidade a Paz, Ef. 2: 14-18; Is. 9:12;  Como Javé o é, no VT.

 João no seu Evangelho, ressalta a dádiva da Paz, que Cristo deu aos discípulos, Jô. 14:27, e ensinou que eles deviam transmiti-la a outros, Lc. 10: 5,6: Mt. 10:13.

No NT. a Paz, é descrita como a Paz de Cristo Cl 3:15.

E como vinda do Pai e do Filho, Rm 1:7; 1Pd 5:14.

È obtida bem como mantida – mediante a comunhão com Cristo, Jo 16: 33; Fp 4:7; 1Pd 5:14.

O processo inteiro da Santificação, preservação e aperfeiçoamento dos crentes, 1Ts 5:23; Hb 13:20; serve para aprofundar a sua participação na Paz de Deus.

Satanás que é, e procura sempre ser empecilho nesta obra, será esmagado por Deus, Rm 16:20.




O Fundamento da Paz.

A Paz é fundamentada na Justiça e na plenitude que Deus dá ao homem por amor de Cristo e aos seus méritos (de Cristo).


PAZ > é a evidência e a certeza da graça de Deus que nos é concedida.

GRAÇA > é a boa vontade de Deus para conosco. Quando, pela fé, nos rendemos a Deus. A graça nos capacita a fazermos a sua vontade (de Deus).



 O Reino de Deus é:

Justiça, Alegria e Paz, Rm. 14:17, (e não comida ou bebida, coisas materiais, mas espirituais). Justiça, Alegria e Paz, são as marcas do crente cheio do Espírito Santo.

Estas características fazem parte do nosso relacionamento com o reino de Deus.

Em relação a Deus,. É a justiça – estar diante Dele justificado, pela morte de Cristo e santificado pelo Espírito, Rm 5:1.

Quanto aos crentes, é a Paz – viver em harmonia com todos os homens.




A Igreja é edificada em Paz e na alegria do Espírito Santo, Rm 14: 17-19.

 A Paz para a qual é vocacionada (a igreja) 1Co 7:15, é dávida de Deus, 1Pd 1:2; Jd 2, que a derrama sobre os homens Rm 15:13. È Deus quem faz com que ela domine o coração do homem, reinando assim, na comunidade cristã, Cl 3:15 e se manifesta com fruto do Espírito, Gl 5:22; Deus em Cristo veio pregar a Paz, At 10:36; citando Is. 52:7, também Ef 2:17.

2 Tm 2:22 e Hb 12:14 ressaltam que a Paz no sentido de concórdia e harmonia, deve ser praticada não somente na Igreja, como também entre os homens de um modo geral, na medida do possível. Ef 4:3; 1Pd 3:11; citando Sl 34;15; Tg 3:18.

Mt 5:9 declara a Bem-aventurança, “bem-aventurados os pacificadores...” a palavra “eirenopoios” é um adjetivo, com o significado de “fazedor de paz”.


A Paz também se associa com Sabedoria, Tg 3:17,13

 A Sabedoria, que é dom de Deus, Tg 1:5, reflete a pureza do próprio Deus.

Pacifica – é uma paz autêntica, livre de atitudes contenciosas.

Indulgente – atencioso e respeitador dos sentimentos de outras pessoas.

Tratável – disposto a ouvir e obedecer a outros.

Plena de misericórdia ­ - a pessoa sábia não é mesquinha no uso da misericórdia, antes, ela demonstra a sua liberalidade com medidas generosas.

Sem hipocrisia, imparcial, sem fingimentos – a pessoa sábia é imparcial e sem fingimento, engano ou fraude.

Tg. 3:18, Fruto de Justiça – o fruto ceifado depois de semear a sabedoria é uma colheita generosa de Justiça.




Discórdias na Igreja, Ef 4: 2b,3; 2Co 13:11

Discórdia e divergências são palavras diferentes.

Divergência = discordar, é opinião diferente, (afastamento, desvio; desacordo)

Discórdia – são brigas, desavenças, dissensões, (desarmonia, discordância, desavença, desordem, luta e desinteligência).

Divergênciar e discordar, são quase sinônimos, agora discórdia é quando já se parte para a briga, é quando um quer impor a sua opinião ao outro à força.

As discórdias na igreja sempre existiram, mas é uma contradição, nós que somos portadores de uma mensagem de paz não conseguirmos ter paz uns com os outros, Ef 6:15; Mt 5:9; At 10:36; Ef 2:17; 2Co 5:18-21; Lc 10:5; Ef 2:14,17; 1Tm 2:5. É em paz que se semeia, Tg 3:18

Se possível, Rm 12:18




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segunda-feira, 21 de maio de 2012

FRUTO (KARPOS) DO ESPÍRITO

 

São as virtudes concedidas pelo Espírito Santo, ao crente, “o novo homem (nascido) e criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade”, Ef. 4:24. O “novo homem” é o homem regenerado que se distingue do velho homem Rm. 6:6, e é um novo homem que se tornou participante da natureza e vida divinas (Cl. 3:3,4; 2 Pd. 1:4), e de maneira nenhuma o velho homem é reformado, ou melhorado (2 Co. 5:17; Gl. 6:15; Ef. 2:10; Cl. 3:9,10). O novo homem é Cristo “formado” no cristão (Gl. 2:20; 4:19; Cl. 1:27; 1 Jo. 4:12).

Deus vê no homem o caráter e a moral, foi isso que Ele observou em Jó, (Jó1:1,8; 2:3; Gn. 6:9; 18:19). Paulo chegou a afirmar que sentia dores de parto, “até Cristo ser formado em vós” Gl. 4;19.

O caráter cristão não é somente correção moral ou legal, mas a possessão e manifestação das Virtudes (fruto), os versículos de Gl 5:22,23, juntos, apresentam um retrato moral de Cristo isto nos dá a entender o que o apóstolo Paulo diz em Gl. 2:20, “não mais eu mas Cristo” é como uma definição do “fruto” de Jo. 15:1-8. Este caráter é possível, por causa da união vital do crente com Cristo (Jo. 15:5; 1Co. 12:12,13) e é totalmente  fruto do Espírito.

 

(Viver a vida cristã não é simplesmente obedecer a uma lista de proibições; é cultivar virtudes positivas).

VIDA FRUTIFERA

Em Jo. 15: 1-8, três condições nos são apresentadas, para uma vida cristã frutífera, em todas as áreas.

 

1)- PURIFICAÇÃO. Vs. 2,3 comp. Jo. 13;10.

O crente  é purificado, diante da lei, de todos os pecados, “uma vez por todas” Hb. 10:1-12, mas precisa durante a sua vida terrena apresentar os seus pecados diariamente em confissão ao Pai, para permanecer em comunhão ininterrupta com o Pai e o Filho Jo. 1:1-10. O sangue de Cristo resolve tudo o que a lei teria de fazer sobre a culpa do crente, mas ele precisa de constante purificação da sujeira do pecado, (ver Ef. 5:23-27; 1 Jo. 5;6). De maneira típica a ordem da aproximação à presença de Deus era, primeiro o altar de bronze dos sacrifícios, depois a bacia da purificação, (Êx. 40:6,7; 30:17-21).

 

2)- PERMANENCIA, v.4

Permanecer em Cristo é, por um lado, não ter pecado conhecido não confessado e não julgado, nenhum interesse no qual Ele não participe, nenhuma vida da qual Ele não faça parte. Por outro lado, o que permanece leva todos os fardos a Ele, e recebe toda a sabedoria, vida e força dEle.

PERMANÊNCIA implica em COMUNHÃO – 1 Jo. 1:3-10. Andar na luz é viver em comunhão com o Pai e o Filho. O pecado interrompe a comunhão, mas a confição restaura e a confição imediata mantém a comunhão ininterrupta.

 

3)- OBEDIÊNCIA – vs. 10,12

A Bíblia enfatiza muito a obediência; o apostolo Paulo nos dá até o ex. de Cristo, onde afirma que Cristo foi obediente até à morte Fl. 2:7,8; Rm. 5:19; Hb. 5:8,9; 1Pd. 1:2,22. Em Dt. 28: 1,15, vemos que a obediência nos livra da maldição e as bênçãos estão condicionadas â obediência. Quando entramos em desobediência abrimos brecha para o inimigo operarem nossa vida. E é através de uma vida obediente que alcançamos as vitórias 1Sm. 15:22,23. Temos ainda entre outros o exemplo de Abraão Hb. 11:8, e do Universo, Sl. 119: 90b,91. Paulo nos exorta à obediência Rm. 1:5,26; 1Pd. 1:14; Alegrava-se com a obediência dos irmãos, Rm. 16:19. e nos pede que todos os nossos pensamentos sejam na Palavra do Senhor 2 Co. 10:5, nos advertindo para não andarmos com os desobedientes, 2 Ts. 3:14. (Desobedientes aqui, não são os infiéis, mas os crentes que não obedecem à Palavra).

 

PRODUÇÃO DOS FRUTOS

Há quatro graus na produção de fruto:

1- Nenhum fruto (“não der fruto”) v. 2.

2- “Dá fruto” v. 2.

3- “Mais fruto” v.2

4- “mais fruto” vs. 5,8.

Quando damos “muito fruto” o Pai é glorificado em nós.

 

O FRUTO PODE SER CONSTITUIDO DE:

- Frutos de arrependimento, Lc. 3:7-14. (todo o novo convertido deve dar, Jesus só declarou que a salvação tinha vinda à casa de Zaqueu Lc.19:8,9, depois que Zaqueu mostrou arrependimento v. 8)

- Novos convertidos, Rm. 1:13.

- A conduta – os frutos da Justiça, Rm. 6:21,22; Fp. 1;11.

- O caráter cristão – o fruto do Espírito, Gl. 5:22,23.

Os frutos são a única maneira de identificar o joio do trigo, “pelos frutos os conhecereis” Mt. 7:17-20.

 

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segunda-feira, 14 de maio de 2012

 

Obras da Carne x Frutos do Espírito – Continuação

 

Pensamentos Iníquos

Deus através da sua Palavra condena com veemência, os maus pensamentos, notamos também que os maus pensamentos levam o homem à ruína, o homem é o que pensa (Pv.), Gn. 6:5; Dt. 15; 9: 1Rs. 18:21; Sl. 94: 11; Is. 55: 7; 59; 7; 66: 18; Jr. 4:14; 6:19; Tg. 2:4. devemos colocar os nossos pensamentos no altar do Senhor como nos ensina o salmista Davi, Sl. 26:2; 139:2,23.

O pensamento do cristão deve ser levado cativo à obediência de Cristo, 2 Co. 10:5. Isto quer dizer que o cristão deve ter um único pensamento, a obediência total e irrestrita à Palavra do Senhor e nela meditar de dia e de noite. nenhum pensamento de rebeldia pode ocupar a nossa mente. Nosso pensamento deve estar sempre ligado no trono da graça, seja em espírito de oração,ou em adoração e louvor ao Senhor, Fl. 4:8.

O Diabo não tem o poder de penetrar na mente do ser humano, só Deus tem esse poder. Mas ele (Diabo), através da televisão e outros meios de comunicação, penetra com eficácia nas mentes,  até dos próprios crentes, que sentam em frente de uma televisão vendo novelas e outros programas, que atrás boas intenções transmite mensagens contrárias à Palavra de Deus e às verdades que nós acreditamos. Estas mensagens penetram nas mentes, e se formam em pensamentos, que ocupam a mente controlando a pessoa.

A mecânica é o seguinte: como Satanás não pode penetrar na mente humana, ele sopra mensagens no ouvido, quando se dá atenção a essas mensagens e as deixamos entrar na mente se tornam em  pensamento, que passa então a ser da pessoa, porque tomou posse daquela mensagem maligna e esta mensagem já agora em forma de pensamento, pode levar a pessoa a pecar.

Esta mecânica nós observamos no pecado de Davi, 2 Sm. 11; 2,3,4. aqui os pensamentos foram formados pela visão; no versículo 2 diz: Davi “viu uma mulher que estava tomando banho e era mui formosa” ele viu e formou pensamentos ruins que o levaram a atitudes perversas, vs. 3,4, temos então, pensamentos ruins, atos maus, “mandou que a trouxessem”, finalizado em pecado, “se deitou com ela”.

(Muitas vezes me pego a pensar como pode um crente que prega contra o adultério, a prostituição e a rebeldia, ficar vendo novelas, que só transmitem essas mensagens? É um paradoxo, por um lado fala contra, por outro ao assistir, está dando a sua aprovação.)

Quando deixamos Satanás ocupar a nossa mente com suas mensagens, elas passam a ser nossos pensamentos e muitas vezes os colocamos em prática na nossa vida formando um bloqueio contra a Palavra do Senhor. Nos tornando insensíveis ao apelo da Palavra (mente cauterizada), e, nos tornamos mortos vivos dentro da igreja, por que não nos submetemos a Deus, só vivendo em torno de nossos pensamentos e vaidades terrenas, fazendo a vontade do inimigo. Enquanto existir em nós espirito de rebelião, não há crescimento espiritual, porque Deus não trabalha com pessoas rebeldes a Si ou à sua Palavra, podemos ver o ex. de Saul que foi rejeitado pelo Senhor, 1 Sm. 15: 11,22,23.

(Para um melhor entendimento sobre a batalha que o inimigo trava para controlar a nossa mente, aconselho que leiam o livro, Campo de Batalha da Mente, vencendo a batalha em sua mente, de Joyce Meyer).

 

Poderíamos contar ainda os pecados de Orgulho e soberba – que é o sentimento de superioridade, e foram a causa da rebeldia e queda de Satanás.

 

O antídoto contra as obras da carne, Gl. 5:16,24,25; Rm. 13:14; 2 Tm. 2:19-22.

 

 

A seguir: Frutos do Espírito.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

 

Obras da Carne x Fruto do Espírito – Continuação

 

2º grupo – Pecados Religiosos

V. 20 – Idolatrias e Feitiçarias.

Idolatria – é a devoção aos ídolos; culto prestado a ídolos; amor demasiado, o amor exagerado a alguma coisa, também pode ser considerado idolatria e tudo o que toma o lugar de Deus no nosso coração, deixando Deus em segundo plano. (Mt. 22:37; Mc. 12;30; Lc. 10:27).

Idolatrar > adorar ídolos; amar excessivamente; venerar extraordinariamente.

 

Feitiçarias – A palavra grega que foi traduzida para feitiçarias encaixa-se no termo “farmácia” e significa basicamente a administração de drogas e poções mágicas, mas passou a representar todo o tipo de prática de feitiçarias (comp. Ap. 9:21; 18:23).

Feitiçaria > bruxaria; sortilégio; encantamento; magia; mandinga.

Feiticismo > Fetichismo; crença no poderes de amuletos; ídolos; figas etc.

Fetichismo > (feiticismo; fetiche), culto de certos objetos inanimados a que se se formou a crença de estarem ligados os espíritos e que passam a representa-los simbolicamente; perversão que consiste em amar não a pessoa mas uma parte dela ou objetos do uso dela.

 

 

3ª grupo – Abrange os Pecados de Temperamento.

Estes pecados passam por toda a escala, desde

inimizades, que é algo latente, passando pelas

porfias, que é algo operante (indicando neste caso disputas devido ao egoísmo), pelas

dissensões (antes, divisões) e

facções, ou exibições de espíritos partidários,

(invejas podem se relacionar ás anteriores pois ajudam a criar divisões, como também podem ser associadas com o próximo item), até chegar aos

homicídios  (E.R.C.), o clímax dos antagonismos impropriamente acalentados. 

Note, que estes pecados estão relacionados entre si, começando numa escala menor até chegar ao extremo, que é o homicídio.

Latente > oculto; subentendido; (fig.) disfarçado; dissimulado.

 

 

4º grupo – Pecados de Bebedices e Glutonarias, (contra o corpo).

O apostolo Paulo termina a lista das obras da carne, com bebedices e glutonarias, pecados estes praticados contra o nosso corpo, que é o templo do Espírito Santo.

Bebedices – As Escrituras advertem repetidas vezes contra o álcool. Pv. 20:1; 23:29-35; Is. 5;11,22.

Em Ef. 5:18, Paulo nos dá ensinos preciosos, “E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda;  mas enchei-vos do Espírito”. Como na maioria dos contrastes, há alguns pontos de comparação. Uma pessoa intoxicada com vinho age de maneira fora do natural o que é mau; uma pessoa cheia do Espírito Santo age de maneira fora do natural o que é bom, (ver At. 2:13)

Enchei-vos do Espírito – continuem se enchendo; encham se do Espírito continuamente.

 

Glutonarias – Tem cuidado de ti mesmo..”, “Não bebas mais água só, mas usa de um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas frequentes enfermidades”. 1Tm. 4:16a; 5:23.

No tempo de Paulo eram frequentes as reuniões para comilança e bebedices, acabando em grandes orgias. Essas reuniões eram comuns no culto a Baco o deus do vinho.

 

Mas quero chamar atenção,  para o que Paulo escreveu a Timóteo que está transcrito nos versículos acima.

Tem cuidado de ti mesmo” ou cuida do teu próprio corpo, ou ainda presta atenção em; isto demonstra que  devemos zelar pelo nosso corpo, no que evitaremos muitas doenças, (não precisamos entrar no mérito por o que mais se fala hoje em dia, são os cuidados que devemos ter com a saúde, e o excesso de peso, o que abrange  a nossa alimentação, principalmente o excesso de comida, derivado na maioria das vezes, da glutonaria).

Glutonaria > vicio de glutão; voracidade.

Glutão > quem come muito e com avidez; comilão.

 

V. 21 – …e coisas semelhantes a estas…”

A lista pode ser ampliada. Em Ef. 2:3; 4:17,31, Paulo nos adverte contra os pecados do pensamento, “fazendo a vontade da carne e dos PENSAMENTOS”. Alguns cristãos tem a tendência de classificar aquelas iniquidades grosseiras que até o mundo reconhece como erro, Deus no entanto condena coisas da mente e do espírito, 2 Co. 7:1, além daquelas relacionadas com o corpo.

 

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Continuação do estudo  O Sermão do Monte http://fortalecendoasuafe.blogspot.com/

 

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