SEDE SANTOS, PORQUE EU SOU SANTO.

Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento.
PROCURA APRESENTAR-TE A DEUS APROVADO, COMO OBREIRO QUE NÃO TEM DE QUE SE ENVERGONHAR, QUE MANEJA BEM A PALAVRA DA VERDADE.

TRANSLATOR

Translate

domingo, 24 de fevereiro de 2013

I CORINTIOS Cap. 10 Continuação

 

 ADVERTENCIAS FINAIS

V.6- Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, uma advertência sempre atual.

Paulo Inúmera Cinco Razões do Fracasso de Israel.

1- Cobiça

2- Idolatria

3- Imoralidade

4- Presunção

5- Murmuração

A primeira razão do fracasso de Israel, foi a cobiça dos alimentos do mundo, o Egito (Nm. 11:4), em lugar do Senhor, o maná.

V.7- Eles também se tornaram idolatras, (Ex. 32 1-14, 30:35; 1Jo. 5:21).

V.8- Imoralidade, é uma referencia ao incidente envolvendo Israel e as mulheres moabitas (Nm. 25:1-9). A imoralidade é sempre a consequência natural da idolatria (Sl. 115:8).

V.9- Presunção, foi mencionada com as palavras não  ponhamos o Senhor à prova (Nm. 21:4-9; Sl. 78:19); eles se atreveram a duvidar que Deus cumprisse a Sua promessa de disciplina-los se duvidassem da Sua Palavra.

V.10- Murmureis é a quinta razão, (Nm. 16: 41-50),

V.11-  Enquanto os acontecimentos foram como exemplos, as narrativas dos acontecimentos foram escritas para advertência nossa. Os fins dos séculos (lit.) refere-se ao termino das dispensações antes da presente. Os crentes desta dispensação devem colher os benefícios das precedentes.

 

Vs.- 12,13. Duas palavras finais concluem a seção – uma para os seguros de si, os fortes que não pensam na consciência dos fracos (v. 12), e outra – para os desanimados, que sentem que a vida cristã é difícil demais para que tentem sobreviver às suas provações (v. 13).

Pensa estar em pé. Escrito para o homem forte que usa a sua liberdade às expensas do fraco (8:9-13).

Caia. Não se refere à salvação, mas à disciplina de Deus, ficando assim reprovado (9: 27). Humana é aquela a que o homem está sujeito. Deus não trata os crentes como anjos, ou como demônios, mas como homens (vs. 1-11).

Mas . Melhor seria e; o encorajamento continua.

Além das nossa forças> Não acima do que você possa suportar.

O livramento. Literalmente a saída, adequada e necessária. Isto é escape da tentação, nem simplesmente uma esperança de força para vencer no futuro, mas um poder atual para suportar a tentação (Hb. 2: 18), uma gloriosa promessa par os que estão sendo duramente provados.

 

FUGI DA IDOLATRIA

Separação da Mesa do Senhor, 10: 14-22.

V. 14- Fugi da idolatria. Este mandamento deve ter surpreendido aqueles que se orgulhavam de sua liberdade, mas Paulo ordena que usem imediatamente da fuga.

V.16- Participar de uma mesa religiosa, quer cristã (vs. 16,17), judia (v. 18) ou pagã (vs. 19-21) envolve a comunhão com o ser ao qual a adoração está sendo dirigida. Portanto, um cristão não deve participar da carne oferecida aos ídolos em uma festa pagã; aí não se trata de liberdade. A comunhão (lit. comunhão, sem o artigo no texto grego). Participar é tomar parte, de acordo com Paulo.

V.17- O apóstolo explica por que (porque ... porque) o participar significa ter uma parte, ou união com a divindade.

V. 18- O exemplo de Israel confirma a comunhão dos adoradores com a divindade.

Vs. 19-21- O exemplo dos festivais gentios se seguem. Sacrificam a demônios não significa que afinal de contas o ídolo é uma divindade. Antes, o escritor quis dizer que, enquanto os ídolos e as coisa q1ue lhes são sacrificadas nada são, são, contudo usadas por poderes demoníacos para afastarem os homens do verdadeiro Deus (Dt. 32: 17,21).

V. 22- Pretendiam os coríntios provocar zelos no Senhor, desafiando seu ciúme como fizeram os pais? Poderiam eles despertar a Sua ira impunemente?

 

Por enquanto é só.  Amém

 

Enquanto preparo o estudo dos seis capítulos finais de I Corintios, vou postar o estudo em Mateus, para nós estudarmos.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

I CORINTIOS Cap.10 - continuação.

 

A NAÇÃO DE ISRAEL NO DESERTO

Cristo não deve ser tentado, como os israelitas o fizeram.

 

As experiências no deserto são para nós um exemplo. 10:1-11

As cinco vantagens dos Israelitas

V. 1- Ora. O texto grego diz porque. Paulo acabou de enfatizar a necessidade da disciplina pessoal e a possibilidade do fracasso no setor das recompensas para os que não se disciplinarem. E para provar a realidade dessa possibilidade, ele usa os Israelitas como ilustração de fracasso, e com essa ilustração ele admoesta os coríntios a “tomarem cuidado” para também não fracassarem. Israel foi desqualificado (9:27).

 

Mas, antes, Paulo enumera as vantagens dos judeus.

Todos. Repetido cinco vezes (E.R.C.), enfatiza a universalidade da bênção divina em Israel. E quando examinada à luz do fato que quase todos (excetuando Calebe e Josué) pereceram, esta seção se liga muito intimamente a 9:24. Ali Paulo disse: “Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio?”.

Estiveram todos sob a nuvem aponta para uma orientação sobrenatural e prolongada (Ex. 13:21,22; 14:19; Mt. 28:20).

Passaram pelo mar aponta para um livramento sobrenatural (Ex. 14:15-22; 1Pd. 1:18-20).

 

V. 2- Tendo sido todos batizados ...com respeito a Moisés, refere-se ao privilegio, da união com o seu líder, que abaixo de Deus fornecia-lhes a liderança sobrenatural (Ex. 14:31; Rm. 6:1-10).

 

V.3- Comeram de um só manjar espiritual. O comer do maná, “alimento de anjos” (Sl. 78:25). O povo participou de alimento sobrenatural (Ex. 16:1-36; 1Pd. 2:1-3). Espiritual tem o sentido de sobrenatural.

 

V.4- Beberam da mesma fonte espiritual, o quinto privilégio, refere-se aos acontecimentos mencionados em Ex. 17: 1-19 e Nm. 20:1-13 (Nm. 21:16). As palavras de uma pedra espiritual que os seguia não significam que Paulo cresse na lenda rabínica de que uma rocha material seguiu os israelitas através de sua viagem e que Miriam, acima de todos os outros, possuía o segredo de obter água.

Na verdade, o apóstolo diz, e a pedra era Cristo, isto é, era o meio visível de fornecer água, a qual em última análise vinha de Cristo.

Uma vez que o povo de Israel obteve água nos primeiros anos de sua peregrinação no deserto (Ex. 17:1-9) e nos últimos (Nm. 20:1-13), torna-se natural subentender que Ele, Cristo, o Supridor da água, esteve com eles durante todo o caminho.

O sentido literal de e a pedra era Cristo não precisa ser mais forçado do que o sentido literal de “Eu sou a videira verdadeira” (Jo. 15:1). O era em lugar de é, pode, todavia, apontar para a preexistência de Cristo (2Co.8:9; Gl.4:4).

 

V.5- Pode-se pensar que tais privilégios significam sucesso.

Entretanto, é a palavra que introduz o triste contraste.

Pessoas privilegiadas podem experimentar o desagrado divino da maioria deles é uma atenuante da verdade; só Josué e Calebe sobreviveram ao desagrado.

Prostrados poderia ser traduzido para espalhados, um quadro vivo de um deserto coberto de corpos saciados com alimento e bebida de anjos (Nm. 14:29).

 

 

                                                Cont..

domingo, 10 de fevereiro de 2013

I CORINTIOS Cap. 9 Continuação.

 

O AMOR ACIMA DE TUDO.

O altruísmo de Paulo.

V. 15- O apostolo mostra agora como o amor agiu neste caso, ainda que ele tivesse todo o direito de receber sustento dos coríntios. Assim ele contrasta seu sacrifício pessoal com o egoísmo daqueles que estavam usando a sua liberdade, na questão das carnes em detrimento dos outros. Porém chama a atenção para o contraste, e a mudança para a primeira pessoa destaca a ilustração pessoal, a ilustração do conhecimento regulado pelo amor.

V. 16- Os leitores são conduzidos ao propósito da pregação de Paulo sem pagamento – isto é, ele desejava alcançar uma recompensa. Pois sobre mim pesa essa obrigação refere-se a vocação na estrada de Damasco, uma chamada que ele não podia deixar de atender.

V.17- Se o faço de livre vontade introduz uma suposição que jamais poderia ser verdadeira em se tratando de Paulo. Assim, neste caso não haveria nenhuma recompensa pela pregação, pois para o argumento de Paulo se encontra na expressão, a responsabilidade de despenseiro que me está confiada ( a causa do evangelho ). A responsabilidade de despenseiro era um trabalho confiado a alguém que tivesse um dono. O mordomo, portanto, pertencia à classe dos escravos (Lc. 12:42,43). E um escravo não recebia recompensa; ele tenha de trabalhar (Lc.17:10 ). Paulo, portanto, tinha de introduzir a idéia da pregação sem pagamento. “Seu pagamento era faze-lo sem pagamento”. Era assim que o apostolo ganhava sua recompensa. Assim, a luz é regulada pelo amor.

V.18- Proponha de graça o evangelho era o seu alvo e a sua recompensa. Isto, é claro, não é um princípio que deve ser aplicado a todos os pregadores do Evangelho. É a escolha voluntária de alguém que, embora tendo direito ao sustento, sentia-se compelido a proclamar a verdade através de uma visão sobrenatural do Salvador ressuscitado.

 

 

O MÉTODO E A RECOMPENSA DO VERDADEIRO MINISTÉRIO VS. 19-27.

Outros Motivos de Paulo.

O AMOR ALTRUISTA DE PAULO. Por amor aos outros, ele recusava exercer seus direitos.

V.19- Sendo livre de todos refere-se a sua falta de dependência dos outros sob todos os aspectos ( v.1 ).

V.20- O princípio que Paulo esposou foi mobilidade de métodos, não de moral. Depois das palavras para os que vivem sob o regime da lei, o texto grego acrescenta, embora não esteja eu debaixo da lei, uma declaração notável que enfatiza quão completamente Paulo se desprendera da Lei de Moisés. É difícil encontrar uma declaração mais forte deste fato em qualquer outro lugar de seus escritos.

V.21- Aos sem lei, refere-se aos gentios. Não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo foi acrescentado para evitar uma má interpretação. Enquanto Paulo não se encontrava debaixo da lei, ele não se transformara em alguém fora da lei, ou sem lei. A lei do amor a Cristo é a mais forte motivação para a justiça do que o medo dos juízos do Sinai. Aqueles que, embora não estando sob a Lei Mosaica, andam pelo Espírito de Deus com amor ao Senhor Jesus Cristo, cumprirão as justas exigências da Lei ( Rm. 8:3; Gl.5:16-23 ).

V.22- Fracos. São os superescrupulosos mencionados em 8:7 e 9-12 Paulo não se afasta muito do assunto geral das carnes sacrificadas aos ídolos.

 

Fiz-me tudo para com todos – expressa o seu princípio.

( o verbo aqui está no tempo perfeito, não no aoristo como no versículo 20, expressando o resultado permanente de sua ação passada). Não é o fim justificando os meios, mas a adaptabilidade por amor dentro da Palavra. Salvar é mais forte do que ganhar (v.19). O fim (que eu possa ) salvar alguns não remove a salvação das mãos de Deus; simplesmente enfatiza a cooperação humana do servo de Deus no ministério da verdade.

V.23- Por causa do evangelho não significa para o progresso do Evangelho, mas por causa da sua preciosidade na opinião do apóstolo.

V.24- A decisão de Paulo exigia disciplina pessoal. Quando um homem se recusa a disciplinar-se, exercendo sempre a sua liberdade em detrimento dos fracos, além de injuriar os fracos, também prejudica-se a si mesmo. Essa é a responsabilidade dos versículos restantes (vs. 24-27). Os antecedentes da seção são o grande espetáculo atlético, os jogos Ístmicos, que se realizavam em Corinto cada dois anos..

O prêmio – indica que o apóstolo tinha o serviço e as recompensas, não a salvação e a vida (v.17, “premio”; Fp. 3:11-14 ).

V.25- Depois da ilustração no versículo 24, segue-se a aplicação, contendo ambas, uma comparação e um contraste. Em tudo se domina, pratica o autodomínio.

O apostolo quer mostrar é que os atletas que esperam vencer precisam de treino diligente – uma verdade bem ilustrada pela diligência dos atletas modernos, quer nas corridas, no futebol ou qualquer outro esporte.

Uma coroa corruptível mostra o contraste. Os atletas disciplinam-se para ganhar um premio insignificante ( nos jogos istmos era uma coroa de pinheiros, ou de louro, daí o nome “os louros da vitória”). Quanto mais devemos fazer nós os cristãos para alcançar uma coroa incorruptível (2Tm. 4:8; 1Pd. 5:4; Ap.2:10; 3:11).

 

Vs. 26,27- Segue-se a conclusão de Paulo. Introduzida por assim.

Paulo corria, não sem meta; sabia para onde ia ( Fl. 3:14 ). Como desferindo golpes no ar é uma metáfora sobre o pugilismo. A declaração não se refere ao treino, um exercício necessário e legitimo para o lutador; refere-se às falhas durante a luta. Paulo era um lutador certeiro, sempre acertando o alvo. Subjugo o meu corpo é a tradução do texto de alguns manuscritos fracos. A tradução mais autêntica seria esmurro, ou espanco. A idéia, é claro, é o da disciplina pessoal. Andar com Deus exige sacrifício pessoal, sacrifício de coisas não necessariamente más, mas que prejudicam a devoção total da alma a Deus – tais como os prazeres e interesses mundanos. Numa época de luxo, como a presente, as palavras têm verdadeiro significado para o servo de Cristo compenetrado.

Tendo pregado a outros. Uma referência ao costume de convocar os competidores à corrida por meio de um arauto (keryx, palavra derivada da mesma raiz da palavra pregar). Paulo convocara muitos à corrida da vida cristã através da pregação do Evangelho. Ele não queria ficar desqualificado depois disso. A palavra não se refere à perda da salvação. Significa literalmente desqualificado. Está claro que o apostolo estava preocupado em não ser rejeitado pelo juiz quando fosse concedido o prêmio. Ele não tinha receio que o arauto barrasse sua participação na corrida. Todos podiam correr, mas nem todos recebiam o prêmio. Paulo queria alcançar o prêmio.

(desqualificado é traduzido do gr. Adokimos, significando desaprovado. Dokimos, sem o prefixo negativo a, é traduzido para “aprovado” em Rm. 14:18; 16:10; 1Co. 11:19; 2Co. 10:18; 2Tm. 2:15; e, em Tg. 1:12, “provado”. O prefixo simplesmente muda a palavra para o sentido negativo, isto é, não aprovado, ou desaprovado. O apostolo está escrevendo sobre o serviço, não sobre a salvação. Ele não está expressando temor de que possa não ter a salvação, mas sim a sua coroa.

 

 

                                                                            Cont..

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

I CORINTIOS Cap. 9.  Continuação.

 

2) A Ilustração dos Princípios. 9:1-27.

Paulo não se afasta aqui do assunto em pauta. Antes, ele exemplifica os princípios que acabou de apresentar, recorrendo à sua própria experiência. Na qualidade de apóstolo que também possuía liberdade cristã, ele poderia reclamar sustento financeiro daqueles aos quais pregava (vs. 1-14). Na realidade, entretanto, ele se recusava exercer seus direitos para merecer uma recompensa (vs. 15-23). Tal decisão exigia disciplina pessoal e implicava em privações (vs. 24-27).

Os coríntios, é claro, deviam aplicar a lição da abnegação e disciplina ao problema da carne sacrificada aos ídolos.

 

V. 1- Não sou eu, porventura livre?

Nos principiais manuscrito esta pergunta precede a outra referente ao apostolado. Nessa ordem há também uma peculiaridade, pois passar dos direitos de cristão aos direitos de apóstolo fornece um clima adequado para a abertura desta seção.

Não vi a Jesus, nosso Senhor? A base da sua qualificação ao apostolado (At. 1:21,22).

Acaso não sois fruto do meu trabalho no Senhor? Palavras que têm a intenção de enfatizar a genuinidade do trabalho de Paulo entre os coríntios.

 

Vs. 2,3- Os coríntios eram o selo do seu apostolado. Isto é, eles eram a garantia do fruto espiritual no seu trabalho entre eles, ou , em outras palavras, a prova de que Deus realmente lhe dera "o crescimento" (3:5-7).

Os que me interpelam . Aqueles que duvidavam da posição e ofício apostólico de Paulo. Esta volta-se para os versículos 1-3, não para os seguintes (vs.4-14).

 

 

AQUELES QUE PREGAM O EVANGELHO DEVEM VIVER DO EVANGELHO.

V. 4- Tendo resolvido a questão do apostolado, o apóstolo prossegue discutindo a autoridade ou direitos ao sustento, os quais derivam do seu ofício. Compare 8:9, onde a "liberdade" é a mesma palavra usada aqui para direito (poder).

Comer e beber não se refere às carnes sacrificadas aos ídolos, mas ao alimento comum.

 

CINCO MOTIVOS PARA O DIREITO DE SUSTENTO PODEM SER DISTINGUIDOS.

A)- Exemplo dos outros.

B)- O principio do direito comum.

C)- O ensino das escrituras

D)- O direito do santo ministério

F)- A ordem do Senhor.

Vs. 5,6- O primeiro motivo mencionado, que pode ser chamado de: O exemplo dos outros. È mencionado aqui pelo apostolo, os irmãos do Senhor, que antes não criam nEle,.. eram agora missionários ( Jô.7:5; Mt. 13:55); e a esposa de Cefas. O direito de Paulo incluía o sustento de sua família.

V.7- O segundo; o principio do direito comum, é apresentado pelas ilustrações de: o soldado, o agricultor e o pastor.

Vs. 8-10- O terceiro motivo; o ensino das escrituras, é introduzido agora Dt. 25:4, Paulo declara que o V.T. ensina o direito do sustento para aqueles que pregam a Palavra. O uso que ele faz das Escrituras aqui tem sido muitas vezes impugnado. Tem-se dito que ele mostrou desdém pelo sentido literal do V.T. Mas não é verdade.

Vs.- 11-13. O direito do santo ministério é exposto aqui, e o argumento torna-se mais valioso por causa da preponderância do espiritual sobre o material. Coisas carnais são coisas referentes ao corpo, tendo a palavra carnal aqui um sentido neutro. Desse direito é o privilégio do mestre de participar das coisas materiais dos crentes. Paulo se ufana de não ter usado desse direito. Para não colocar nenhum obstáculo ao evangelho de Cristo. Pois haveria aqueles que teriam pensado que ele prega-se só por causa disso. ( Os pastores modernos e os cantores “gospel”, deviam ter Paulo como exemplo; e, lembrarem-se também “Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores”, I Tm. 6: 10). Do próprio templo se alimentam, faz alusão aos direitos dos sacerdotes da antiga aliança (Nm. 18:8-24).

A ordem do Senhor, o quinto motivo conclui  o argumento sobre o sustento que a igreja deve dar ao obreiro (Mt. 120:10; Lc.10:7).              

 

                                                            Cont..