SEDE SANTOS, PORQUE EU SOU SANTO.

Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento.
PROCURA APRESENTAR-TE A DEUS APROVADO, COMO OBREIRO QUE NÃO TEM DE QUE SE ENVERGONHAR, QUE MANEJA BEM A PALAVRA DA VERDADE.

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sábado, 28 de setembro de 2013

ÊXODO CAPÍTULO 2 (INTRODUÇÃO 2ª parte)

 

 

HISTÓRIA

Período entre 1700 e 1406

Quando José governou o Egito e os seus familiares ali se estabeleceram, eram os Hicsos, ou reis pastores, que o governavam. Da linhagem semítica estes conquistadores vindos da Ásia, eram parentes próximos dos Judeus, assediaram o Egito pelo norte e uniram os governos do Egito e da Síria. Apepi II cerca de 1.700 a.C. da 16ª dinastia, segundo se pensa comumente, foi o Faraó que recebeu José. Enquanto os Hicsos governaram, os Israelitas foram favorecidos no País; Quando, porém, foram expulsos pela 18ª dinastia ( Amósis I) a atitude do governo Egípcio mudou, começando as medidas repressivas tendentes a reduzir Israel à condição de escravos.

 

A mãe egípcia de Moisés.

A filha de Faraó mãe de Moisés teria sido HATCHEPSUTE que veio a ser rainha do Egito e uma das mais notáveis. Nascida em 1.537 tinha 17 anos quando encontrou Moisés no rio Nilo, filha de Totmés I foi esposa de seus dois meio-irmãos Totmés II e Totmés III, governando no lugar deles. Não teve filhos naturais. A primeira grande rainha da História. Seu governo foi um dos maiores e mais enérgicos do Egito. Mandou fazer muitas de suas estátuas representando-a como homem. Estendeu o império. Construiu muitos monumentos: dois grandes obeliscos em Carnaque, o grande templo em Dei rel Bahri, provido de muitas estátuas suas Totmés III odiava-a e, quando ela morreu, um dos seus primeiros atos, foi apagar o nome dela em todos os monumentos, e destruir todas a suas estátuas. As que estavam am Bahri foram despedaçadas e arrojadas a uma pedreira perto onde ficaram cobertas de areia levada pelo vento.

 

Comentário

As diferenças entre Gênesis e Êxodo são flagrantes, tanto em conteúdo como em propósito. Gênesis descreve Deus como o Deus dos Patriarcas, da família eleita; Êxodo descreve-O como o Deus do concerto com a nação hebraica; e estas diferenças são bastantes fortes, para serem ignoradas, revelando grandes mudanças operadas entre a história da narração de Gênesis e a de Êxodo. Muitas mudanças ocorreram durante a viagem pelo deserto até o Sinai, assim como se tenham operado durante a permanência do povo no Egito. Podemos reunir estas últimas em uns poucos parágrafos:

1- Uma família converteu-se numa nação, com uma forte determinação de ela mesma fundar seu próprio país.

2- Os hebreus foram atingidos pela idolatria do Egito, e isto vemos através de todo o Êxodo. Os líderes tornaram-se impotentes para manterem o povo dentro dos limites de um programa espiritual. Os ídolos do Egito tenham criado raízes profundas na mente do povo.

3- Os hebreus entraram no Egito como nômades, mas saíram como povo agrícola e urbano.

4- Depois do Êxodo, eles tiveram sérias dificuldades para vencerem os tempos difíceis que a sua história lhes trouxe, e nisso gastaram séculos, mas depois nos apresentaram um resultado admirável de unidade e coesão.

 

NASCIMENTO DE MOISÉS

V.1 - foi-se um homem da casa de Levi... Moisés começa a sua história com tanta simplicidade e modéstia que nem mesmo menciona o nome de seus pais. Contudo, encontra-se entre os grandes heróis da fé Hb. 11.

De acordo com Ex. 6:29, o pai era Anrão, que se casou com a irmã de seu pai, Joquebede (não é um nome bonito, para figurar nos anais da história, mas foi uma mulher de muita fé. E que mãe! Gravou nele (Moisés) tão perfeitamente, em sua meninice, as tradições do seu povo, que todo o fascínio do palácio pagão nunca erradicou aquelas primeiras impressões. Recebeu a mais fina educação que o Egito podia proporcionar, mas que não ode virar-lhe a cabeça, nem fazê-lo perder a fé simples recebida na infância.

V.2 - Era formoso... Hb. 11:23, atribui este ato dos pais à fé deles, porque viram que era uma criança peculiar. Pela fé interpretaram a formosura do menino como sinal do favor divino e do seu destino extraordinário, eles viram na aparência robusta e agradável do menino, evidências de que Deus o dera para um grande propósito, e, assim arriscaram suas vidas para salvar o menino.

V.3- Largou-o no carriçal à beira do rio.. (ou no meio dos juncos). Não foi um ato de abandono. Mas foi colocado onde a mãe sabia que a filha do rei costumava tomar banho, e, preparou tudo para que nada de mal acontece-se à criança, (desde o cesto à guarda da irmã) e a irmã ficou vigiando v. 4. Certamente se o menino não fosse encontrado seria levado de volta.

V. 5 – A princesa costumava se banhar de manhã, o banho era um ato de adoração, pois o rio era sagrado para os Egípcios.

V. 7 – Queres que eu vá chamar... Notamos a esperteza de Miriam e também que deveria ter uma boa diferença de idade.

V. 9 – cria-mo; pagar-te-ei o teu salário.. Nota-se uma ironia divina, nesta situação, na qual o destinado libertador não foi apenas preservado, mas também sustentado por aqueles que um dia ele derrotaria. Sl 27:10. (ninguém frustra os planos de Deus).

V. 10 – O Hebraico significa – tirado ou arrancado.

 

Perguntas e respostas.

Foi profetizada a escravidão de Israel? Gn. 15: 7-16.

Qual foi o efeito dessa escravidão em Israel? Ex. 2:23.

Em que resultaria isso? Rm. 10:13.

Moisés esqueceu alguma vez do seu povo e do seu Deus enquanto recebia sua educação no Egito? HB. 11:24-26.

Por que não? Ex. 2:7-9.

O que supôs ele ao matar o egípcio? At. 7:25 Foi essa a hora determinada por Deus?

Que ensinaram a Moisés os 40 anos de peregrinação no deserto? At. 7:25 e Ex. 3:11

 

DEUS SUSCITA UM LIBERTADOR

A formação de Líder.

Moisés figura junto a Abrão e Davi como um dos três maiores personagens do Antigo Testamento. Libertador, dirigente, mediador, legislador, profeta, foi, sobretudo um grande homem de Deus.

                                   Quase se pode dizer que o livro é a história de um homem,

                                   Do homem Moisés que representa o ponto central em torno

                                   Do qual gira a crise do plano da redenção.No coração dele

                                  Verifica-se o conflito. Ele recebe a comunicação de Deus para o povo

                                   e sobre ele pesa toda a carga das peregrinações.

                                  É ele quem recebe o golpe da crítica do Povo,

                                  pois se acha como mediador entre  o  povo e Deus e intercede perante Deus

                                  a favor deles.

                                                                                             Carrol O. Gillis

                                                                                           História y literatura de la Bíblia

 

Apesar dos grandes riscos que os pais correram, para manter o menino com vida, nota-se os fatores que Deus empregou para livrar o futuro libertador mediante a pequena arca.

O amor perspicaz de Joquebede, o choro do nenê, a compaixão da princesa e a sagacidade de Míriã, irmãzinha de Moisés.

                                                                     Cont..

domingo, 22 de setembro de 2013

ÊXODO INTRODUÇÃO E CAPÍTULO 1



INTRODUÇÃO

1- Título

Êxodo – É uma transliteração do título Êxodus da Septuaginta (LXX), e veio até nós através da Vulgata Latina. O nome vem então do grego e não do Hebraico, a palavra Êxodus encontra-se na versão grega de Êx. 19:1 e também com significativamente no N.T. grego, em Lc. 9:31; Hb. 11:22 e II Pd. 1:15.

Êxodo = saída ou partida.

O nome em hebraico, é apenas a primeira frase > estes são os nomes ou simplesmente os nomes.

2- Data e Autoria.
A Alta Critica e muitos mestres liberais, discordam da autoria de Moisés.
As Escrituras atribuem a Moisés a autoria do Êxodo, juntamente com os outros quatro livros do Pentateuco. Jesus Cristo atribuiu a autoria a Moisés e ponto final.
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3- Antecedentes Históricos.
O Êxodo recomeça a história dos israelitas onde o Gênesis a abandonou.
O longo período entre José e Moisés fica coberto por dois resumidos vás. 1: 6,7; já descrevendo uma situação inteiramente nova dos descendentes de Jacó.
As setenta pessoas que desceram ao Egito tornaram-se uma nação de escravos, objeto de medo e ódio por parte dos egípcios, mas, enquanto o Farias procurava controlar os hebreus por meios opressivos, Deus agia no sentido de libertá-los.
A época em que o Êxodo foi escrito é bastante duvidosa. A data tem sido colocada entre 1580 a.C. até 1230 a.C.
É de concordância geral que os israelitas desceram ao Egito quando seus primos semitas, os hicsos, estavam governando o País, possivelmente em torno de 1700 a.C.
4- Relação com os demais livros de Moisés.
Êxodo é sem dúvida o elo que une o Pentateuco, continua a história dos hebreus iniciada no livro de Gênesis.
- Moisés é a figura que domina quase todo o relato de Êxodo.
- Os assuntos do sistema sacerdotal e da Lei de Santidade iniciados em Êxodo, se desenvolvem em Levitico.
- Também a história da caminhada de Israel para a terra prometida, a qual constitui a maior parte de Números, encontra seu princípio em Êxodo.
- E acha-se em Deuteronômio um eco tanto de Números como de Êxodo.
Por isso ao livro de Êxodo se chama o coração do Pentateuco.

PROPÓSITO E MENSAGEM DO LIVRO
O livro de Êxodo relata como a família escolhida no Gênesis veio a ser uma nação. Registra os dois acontecimentos transcendentes da história de Israel:
O livramento do Egito e a entrega do pacto da lei no Sinai.
- O livramento do Egito possibilita o nascimento da nação
- O pacto da lei modelava o caráter da nação a fim de que fosse um povo santo.
O livro descreve, em parte, o desenvolvimento do antigo concerto com Abraão. As promessas que este recebeu de Deus incluíam um território próprio, uma descendência numerosa que chegaria a ser uma nação e bênção para todos os povos por meio de Abraão e sua descendência. Primeiro Deus multiplica seu povo no Egito, depois o livra da escravidão e a seguir o constitui uma nação.

Êxodo é um livro de redenção.
O redentor Jeová não somente livra a seu povo da servidão egípcia mediante ser poder manifesto nas pragas, mas também o redime por seu sangue, simbolizado no cordeiro pascoal. A páscoa ocupa lugar central na revelação de Deus a seu povo, tanto no Antigo Pacto como no Novo, pois o cordeiro pascal é símbolo profético do sacrifício de Cristo. Por isso a festa da páscoa converteu-se na comemoração de nossa redenção Lc. 22: 7-20
O Senhor provê para seu povo redimido tudo o que ele necessita espiritualmente:
Os israelitas precisam de uma revelação do caráter de Deus e da norma de conduta que ele exige. Ele lhes dá a lei, mas também faz aliança com eles estabelecendo uma relação incomparável e fazendo-os, seu especial tesouro. Os hebreus, redargüidos de pecado pela lei, necessitam de purificação, e o Senhor lhes proporciona um sistema de sacrifícios. Necessitam aproximar-se de Deus e prestar-lhe culto, e Deus lhes dá o tabernáculo e ordena um sacerdócio. Tudo isto tem a finalidade divina de que sejam uma nação santa e um reino de sacerdotes.
Êxodo jorra luz sobre o caráter de Deus.
No livramento de seu povo vê-se que é misericordioso e poderoso
A lei revela que Ele é santo;
o tabernáculo revela que Ele é acessível mediante sacrifício aceitável.
É evidente o paralelo entre o livramento dos escravos israelitas e um maior êxodo espiritual efetuado pela obra e pessoa de Jesus Cristo. O Egito vem a ser um símbolo do mundo pecaminoso; os egípcios, símbolo de pecadores escravizados; Moisés simboliza o redentor divino que livra a seu povo mediante poder e sangue e o conduz à terra prometida.


CAPITULO 1

A LIBERTAÇÃO DE ISRAEL 1: 1 - 18:27


Introdução 1: 1-7

Estes poucos versículos servem de ligação entre o Êxodo e a narrativa do Gênises. Depois de fazer uma lista daqueles que vieram ao Êgîto com Jacó, a passagem narra rapidamente o que aconteceu nos muitos anos intermidiários e resume o fio da historia no versículo 7.


Escravidão no Egito. 1: 8-22.

O periodo após a morte de José trouxe uma mudança completa nas condições dos israeltas. De protegidos dos governantes semitas hicsos, tornaram-se os temidos escravos de uma nova dinastia de reis egípcios nativos. 
Oprimidos por seus senhores egípcios, os israelitas alcançaram um estado de absoluto desamparo e desespero, quando Deus fiel a Sua aliança, redimiu-os com grande poder.

V. 8- Novo rei. Os invasores hicsos controlavam o Egito desde 1720 A.C. até 1570. Foram expulsos da terra por Amosis I, o fundador da Décima Oitava Dinastia, talvez a mais brilhante era da historia egípcia.

Depois da expulção dos odiados reis estrangeiros, a inimizade dos egípcios voltou-se contra todos que tivessem qualquer associação com eles, particularmente os hebreus, que se relacionavam com os hicsos pela raça e pela posição.

Nas próximas gerações a condição dos hebreus declinou rapidamente, até chegarmos aos tempos aqui descritos, extamente antes da redenção.


V. 9- Mais numeroso e mais forte. Excessivamente numeroso e excessivamente torte.

V. 10-Usemos de astúcia. Tomemos precauções contra eles; ou vamos tomar cuidado com eles (Moffatt).

Havia um verdadeiro e real perigo que os hebreus, habitando em Gósen, na fronteira nordeste da terra, pudessem se unir a quaisquer invasores que viessem para atacar o Egito.

V. 11- Pitom e Ramessés. Estas cidades estão agora localizadas com um consideravel grau de certeza em Tell er-Retabeh e em Tanis, ambas na região do Delta.

Nas Escrituras Tanis também é conhecida com Zoan (Nm.13:22), e era chamada Avaris pelos hicsos. 

Ramessés-Tanis que foi a capital dos hicsos, foi abandonada depois de sua expulsão. Na Décima Nona Dinastia (1310-1200 A.C.) foi restaurada e tornou-se novamente a capital do Egito. Na providência divina, a única ocasião em que na longa história do Egito a capital esteve tão perto da fronteira foi quando Israel teve de entrar e sair.

V. 12- Se inquietavam. Antes, temiam ou estavam apreensivos. Para os egípcios havia um elemento de admiração como também aversão na multiplicação dos hebreus, não apenas por causa do perigo mencionado no versculo 10, mas também por causa da evidência da benção divina em sua grande proliferação

V. 15- Parteiras Hebréias. Isto pode significar "mulheres hebréias" ou "parteiras das mulheres hebréias", ísto é, mulheres egipcias encarregadas do trabalho de parteiras para os hebreus. Em qualquer um dos casos, eram provavelmente as supervisoras, não apenas parteiras.

V. 16- Bancos. Bancos de parto (literalmente pedras). Eram duas pedras, tijolos, ou bancos baixos, sobre os quais era costume as mulheres se ajoelharem ou sentarem duranteo parto.
Filha. As filhas foram poupadas, uma vez que podiam se casar com egípcios, perdendo assim sua identidade nacional. Esta distinção era frequente no V.T. não apenas entre os hebreus mas também em outras nações.

V. 19- A explicação dada a Faraó era apenas parcialmente verdade. Está evidente na recompensa da benção divina dada às parteiras que elas mesmas não tomaram precaução para evitar a preservação dos meninos.

V. 22- A todos os filhos que nasceram. A LXX, os targuns, e a E.R.A. acrescentam as palavras obviamente explicativas, "aos hebreus".


    
 Cont..                                                               


FAÇA UM ESTUDO EFICAZ:
Acompanhe pela sua Bíblia e faça anotações em um caderno. Faça também revisão dos primeiros estudos.
Sempre com oração em primeiro lugar porque o melhor professor é o ESPÍRITO SANTO.
Dica para memorizar sua Bíblia: Aproveite e leia cada capitulo da Bíblia no minimo 5 vezes. “Sê tu uma benção”.
Antes de sair desta pagina e se você tem sido abençoado pelos estudos, faça uma oração por mim. 
Muito obrigado por  acompanharem este novo  estudo, espero seja proveitoso e que Deus vos abençoe através dele.
Obrigado por vossas orações.
A Paz do Senhor.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

 

A partir do dia 22 de setembro vou postar um estudo sobre o livro de Exôdo.

Este estudo estava lecionando na igreja mas não terminei.

É impressionante como o inimigo se levanta para que não haja esclarecimento da Palavra de Deus nas Igrejas (templos).

A Paz do Senhor.