SEDE SANTOS, PORQUE EU SOU SANTO.

Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento.
PROCURA APRESENTAR-TE A DEUS APROVADO, COMO OBREIRO QUE NÃO TEM DE QUE SE ENVERGONHAR, QUE MANEJA BEM A PALAVRA DA VERDADE.

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

I CORINTIOS Cap. 9.  Continuação.

 

2) A Ilustração dos Princípios. 9:1-27.

Paulo não se afasta aqui do assunto em pauta. Antes, ele exemplifica os princípios que acabou de apresentar, recorrendo à sua própria experiência. Na qualidade de apóstolo que também possuía liberdade cristã, ele poderia reclamar sustento financeiro daqueles aos quais pregava (vs. 1-14). Na realidade, entretanto, ele se recusava exercer seus direitos para merecer uma recompensa (vs. 15-23). Tal decisão exigia disciplina pessoal e implicava em privações (vs. 24-27).

Os coríntios, é claro, deviam aplicar a lição da abnegação e disciplina ao problema da carne sacrificada aos ídolos.

 

V. 1- Não sou eu, porventura livre?

Nos principiais manuscrito esta pergunta precede a outra referente ao apostolado. Nessa ordem há também uma peculiaridade, pois passar dos direitos de cristão aos direitos de apóstolo fornece um clima adequado para a abertura desta seção.

Não vi a Jesus, nosso Senhor? A base da sua qualificação ao apostolado (At. 1:21,22).

Acaso não sois fruto do meu trabalho no Senhor? Palavras que têm a intenção de enfatizar a genuinidade do trabalho de Paulo entre os coríntios.

 

Vs. 2,3- Os coríntios eram o selo do seu apostolado. Isto é, eles eram a garantia do fruto espiritual no seu trabalho entre eles, ou , em outras palavras, a prova de que Deus realmente lhe dera "o crescimento" (3:5-7).

Os que me interpelam . Aqueles que duvidavam da posição e ofício apostólico de Paulo. Esta volta-se para os versículos 1-3, não para os seguintes (vs.4-14).

 

 

AQUELES QUE PREGAM O EVANGELHO DEVEM VIVER DO EVANGELHO.

V. 4- Tendo resolvido a questão do apostolado, o apóstolo prossegue discutindo a autoridade ou direitos ao sustento, os quais derivam do seu ofício. Compare 8:9, onde a "liberdade" é a mesma palavra usada aqui para direito (poder).

Comer e beber não se refere às carnes sacrificadas aos ídolos, mas ao alimento comum.

 

CINCO MOTIVOS PARA O DIREITO DE SUSTENTO PODEM SER DISTINGUIDOS.

A)- Exemplo dos outros.

B)- O principio do direito comum.

C)- O ensino das escrituras

D)- O direito do santo ministério

F)- A ordem do Senhor.

Vs. 5,6- O primeiro motivo mencionado, que pode ser chamado de: O exemplo dos outros. È mencionado aqui pelo apostolo, os irmãos do Senhor, que antes não criam nEle,.. eram agora missionários ( Jô.7:5; Mt. 13:55); e a esposa de Cefas. O direito de Paulo incluía o sustento de sua família.

V.7- O segundo; o principio do direito comum, é apresentado pelas ilustrações de: o soldado, o agricultor e o pastor.

Vs. 8-10- O terceiro motivo; o ensino das escrituras, é introduzido agora Dt. 25:4, Paulo declara que o V.T. ensina o direito do sustento para aqueles que pregam a Palavra. O uso que ele faz das Escrituras aqui tem sido muitas vezes impugnado. Tem-se dito que ele mostrou desdém pelo sentido literal do V.T. Mas não é verdade.

Vs.- 11-13. O direito do santo ministério é exposto aqui, e o argumento torna-se mais valioso por causa da preponderância do espiritual sobre o material. Coisas carnais são coisas referentes ao corpo, tendo a palavra carnal aqui um sentido neutro. Desse direito é o privilégio do mestre de participar das coisas materiais dos crentes. Paulo se ufana de não ter usado desse direito. Para não colocar nenhum obstáculo ao evangelho de Cristo. Pois haveria aqueles que teriam pensado que ele prega-se só por causa disso. ( Os pastores modernos e os cantores “gospel”, deviam ter Paulo como exemplo; e, lembrarem-se também “Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores”, I Tm. 6: 10). Do próprio templo se alimentam, faz alusão aos direitos dos sacerdotes da antiga aliança (Nm. 18:8-24).

A ordem do Senhor, o quinto motivo conclui  o argumento sobre o sustento que a igreja deve dar ao obreiro (Mt. 120:10; Lc.10:7).              

 

                                                            Cont..

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