SEDE SANTOS, PORQUE EU SOU SANTO.

Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento.
PROCURA APRESENTAR-TE A DEUS APROVADO, COMO OBREIRO QUE NÃO TEM DE QUE SE ENVERGONHAR, QUE MANEJA BEM A PALAVRA DA VERDADE.

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sábado, 7 de dezembro de 2013

ÊXODO CAPITULO 12 Parte2

    V- 1. Na terra do Egito. A primeira ordenança dada no Egito seria repetida no Sinai (Lv. 23) e nas planícies de Moabe (Dt.16).

    V- 2. Este mês. O nome hebraico do mês de Abib, que significa “espigas verdes”. Corresponde a Março-Abril do nosso calendário. Durante o Exílio foi substituído pelo nome Nisan que significa “começo, abertura”.

    O primeiro mês. O começo de Israel como povo de Jeová devia ser assim anotado no seu calendário. O ano civil começa, ainda hoje, no outono com a festa das Trombetas (Lv. 23: 24; Nm. 29: 1), hoje chamada Rosh Hashanah, Ponta do ano, ou Ano Novo. O ano religioso começa com o mês da Páscoa, o primeiro mês da nova vida de Israel na qualidade de povo redimido.

    V- 3. Cordeiro. Um animal, cordeiro ou cabrito (cons. v. 5).

    V- 4. Esta seria uma cerimônia familiar, a menos que a família fosse pequena demais. De acordo com a exegese rabínica, pequena demais significa com menos de dez pessoas. (Targum Jonathan).

    Conforme o que cada um puder comer. Deviam calcular quanto cada um poderia comer e assim determinar se deviam reunir-se com outra família.

    V- 5. De um ano. Hebraico, filho de um ano. Os rabis tem interpretado isto como significando “como do primeiro ano”, isto é, de oito dias de idade. Os comentaristas modernos geralmente aceitam como significando um ano de idade.

    Um cordeiro ou um cabrito. Mais tarde o costume restringiu a Páscoa aos cordeiros.

    V- 6. Todo o o ajuntamento da congregação, isto é, todos ao mesmo tempo.

    No crepúsculo. Hebraico, entre as tardes. Desde a antiguidade que as opiniões tem divergido quanto ao tempo exato do sacrifício. Abn Ezra, os samaritanos e os caraitas explicaram-no como o período compreendido entre o pôr-do-sol e a escuridão total. Os fariseus mantinham-se apegados à explicação tradicional de que era entre o começo da tarde até o por-do-sol, aproximadamente das 3 às 5 hs., da tarde, e o Talmude concorda com isto (Pesahim 61a). Esta era a prática geral, de acordo com Josefo. Deuteronômio 16: 6 diz simplesmente, “ao pôr do sol”.

V- 7. O sangue devia ser aspargido “em ambas as ombreiras, e na verga, onde pudesse ser visto, e não na soleira para ser pesado” (Jamieson, Fauset e Brown). Por meio deste ato todos, a casa e seus habitantes, seriam expiados (pelo uso do sangue e do hissopo; cons. Lv. 14: 4-7; Nm. 19; 1 e segs.) e consagrados a Deus.

V- 8. Assada. O animal inteiro tinha de ser espetado e assado sobre o fogo.

“Por meio da unidade e integridade do cordeiro que lhes era dado a comer, os participantes seriam reunidos em uma unidade indivisível e uma comunhão com o Senhor que lhes fornecia o alimento”.

Pães asmos. Um memorial à pressa com a qual deviam partir (v.34), mas também um símbolo de sua purificação e libertação do fermento do mundo.

Ervas amargas. O Mishnah (Pesahim 2: 6) menciona alface, escarola, chicória, serpentário, hortelã e dente-de-leão como sendo as ervas amargas. Isto serviria para “chamar a atenção para a amargura da vida experimentada por Israel no Egito, e esta amargura devia ser sobrepujada pela doçura da carne do cordeiro”.

V- 9. A fressura, as partes internas, as vísceras (coração, fígado etc.).

V- 11. À pressa. Com temor, unindo a pressa ao sinal de perigo.

Lombos cingidos. Suas longas vestes flutuantes deviam ser amarradas para não lhes impedir os movimentos.

A páscoa do Senhor. Uma páscoa (Hb. Pesah, LXX pascha, e assim “páscoa” no português) a Jeová; Ordenada por Ele e comemorada para Ele. A etimologia da palavra é incerta, mas o significado ficou esclarecido com 12: 13. Deus “passaria por cima”, em juízo, daqueles que tivessem evidências de sua fé nEle e se refugiassem sob o sangue.

    “V- 11- A Páscoa, um tipo de Cristo, nosso Redentor (Êx. 12: 1-28; Jo. 1: 29; 1Co. 5: 6,7; 1Pd. 1: 18,19:

  1. O cordeiro tinha de ser sem mácula, e para verificação era mantido separado durante quatro dias (Êx. 12: 5,6). Da mesma maneira a vida pública do Senhor, sob escrutínio hostil, foi o teste da sua santidade (Lc. 11: 53,54; Jo. 8: 46; 18: 38).

  2. O cordeiro assim testado devia ser morto (Êx. 12: 6; Jo. 12: 24; Hb. 9: 22).

  3. O sangue tinha de ser aplicado (Êx. 12: 7). Isto fala da apropriação pela fé e refuta o universalismo (Jo. 3: 36).

  4. O sangue assim aplicado, sem mais nada, constituía uma proteção perfeita do juízo (Êx. 12: 13; Hb. 10: 10,14; 1 Jo. 1: 7). E

  5. a festa era um tipo de Cristo, o Pão da Vida, falando da ceia memorial (Mt. 26: 26-28; 1 Co. 11: 23-26).

Guardar a festa era um dever e privilégio mas não uma condição de segurança. O crente em Cristo é salvo pelo sangue do “Cordeiro que foi morto, desde a fundação do mundo” (Ap. 13: 8), e é fortalecido pela apropriação diária da Palavra – a Palavra viva, Cristo, e a Palavra viva, as Escrituras. (B. Scofield)”.

V- 12. Sobre todos os deuses. Os deuses egípcios deviam ser denunciados como impotentes para defender e indignos de respeito. Mais ainda, os deuses eram adorados na forma de muitos dos animais e na forma do próprio Faraó, e nesses representantes os deuses seriam golpeados.

 

                                                        Cont..

 

 

 

 

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