SEDE SANTOS, PORQUE EU SOU SANTO.

Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento.
PROCURA APRESENTAR-TE A DEUS APROVADO, COMO OBREIRO QUE NÃO TEM DE QUE SE ENVERGONHAR, QUE MANEJA BEM A PALAVRA DA VERDADE.

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terça-feira, 14 de agosto de 2012

LEITURA
ESPÍIRITO SANTO

É o Espírito de adoção que testifica com o espírito do homem, que este foi transportado para a família da fé (família de Deus) (Rm 8:15,16; Gl 4:6). Ele coloca o selo confirmatório sobre o crente na qualidade de Espírito único mediante o qual é conseguido acesso até ao Pai através de Cristo – acesso na reconciliação e na comunhão, especialmente no tocante à oração, onde, paralelamente à intercessão do Filho junto à mão direita do Pai, Ele o Espírito, faz intercessão pelos santos (Ef 2:18; Rm 8:26).

Ao dar-se por Sua própria vontade ao crente, Ele se torna a vida espiritual do mesmo, levando-o a conhecer a presença do Cristo ressurreto no íntimo. Ele é o Autor, a Origem e o Orientador do poder para o processo do crescimento espiritual, que se prolonga pela vida inteira do crente, e é somente na proporção em o Espírito é a esfera do modo de andar do crente que a vitória sobre o pecado se torna possível Libertando o santo do apego inflexível e legalista à letra da lei, o Espírito Santo é o Espírito de Cristo, o Libertador e Transformador do pecador, levando-o a amoldar-se à imagem de Cristo (2Co 3:17,18).

Ele é o Espírito do reino, relegando carnes e bebidas ao seu lugar apropriado e dando prioridade à retidão, à paz e à alegria (Rm 14:17). Acima de tudo, Ele é a fonte do amor autêntico e santo que transcende à própria fé e à esperança, e que encabeça a lista do fruto produzido pelo Espírito, que é a produção espontânea de Sua operação (Gl 5:22,23). É em termos do fruto do Espírito que os Seus dons dados à Igreja são apreciados e usados (1Co 12 e 13). Ele é o Espírito único e unificador, e, ao distribuir Seus dons variados, preocupa-se em manter Sua unidade no vínculo da paz (Ef 4:3). Apesar de não dever ser apagado por falta de uso, também não deve ser entristecido (1Ts 5?19: Ef 4:30).

As escrituras são sua voz e Seu produto (Hb 3:7; e 2Pd 1:21). A sua relação para com Cristo é indicada (Hb 9:14; 1Pd 1:2; 1Jo 4:3). No livro de Apocalipse o Cristo exaltado se dirige à Sua Igreja por intermédio do Espírito transcendental; o vidente, no poder do Espírito, percebe perspectiva escatológica e contempla no alargado palco o drama que atinge seu clímax quando o Espírito faz coro com a Igreja ao saudar o advento de Jesus, o Senhor.

Os informes bíblicos sobre o Espírito Santo nos constrangem a reconhece-Lo como o poder não-criado, mas criador, Santo e amante, transcendentalmente separado, mas pessoalmente presente junto ao espírito humano. Aquilo que fica subentendido no Antigo Testamento , mediante artesãos equipados pelo Espírito, líderes proféticos inspirados, e santos penitentes que aspiravam a piedade, foi elaborado e cumprido, no Novo Testamento, supremamente nAquele que, através do sopro, ilimitado de Deus, falou e foi a eloquente Palavra salvadora de Deus. O impedimento no espírito do homem é tratado de modo expiatório por Cristo, o qual, mediante o Espírito Eterno se ofereceu como oferta sem defeito a Deus, e que também, através do Espírito da Santidade foi ressuscitado dentre os mortos (Hb 9:14; Rm 1:4). Daí por diante o Deus encarnado entre nós é experimentado como o Senhor, o Espírito, em nosso intimo. A vida, luz, liberdade e amor do Filho, são tomados e aplicados pelo Espírito Santo ao espírito do homem, pelo que, convencido de seu estado de morte, trevas, escravidão e ódio contra o bem e contra Deus, é refeito por um poder que opera visando a justiça, a saber, o Espírito da glória.

O homem é aberto às operações pessoais do Espírito que luta com ele, convencendo-o, transformando-o, constrangendo-o, guardando-o, com advertência gentil contra o apaga-Lo ou o entristece-Lo, e com temível injunção contra aqueles que dEle blasfemam. O homem deve saber, por conseguinte, que os resultados pessoais, morais e espirituais nele produzidos , não podem sê-lo por Alguém que é menos pessoal, e que o realce da personalidade só pode tornar-se realidade mediante confrontação com o Espírito com o qual o EU SOU se encontra com o homem. Nesse encontro reconciliador o homem fica sabendo que não é outro senão a Deidade que está se dirigindo a ele. Ao ser unido a Deus na comunhão desse Espírito santificador o homem se conhece numa nova relação com seus irmãos na fé em Cristo, e entra nos recursos e responsabilidades da comunidade do Espírito. Somente através do Espírito, que une a humanidade pneumatosomática ao supremo Novo Ser é que uma nova humanidade pode ser formada. Cercado pelo pecado, pela distorção da verdade, pela polução da vida, e pelo presságio da morte o homem precisa clamar ao Espírito, que é o único capaz de vivificar e proporcionar realidade à sua adoração, trabalho e testemunho. È somente na proporção em que o individuo se torna participante do Espírito Santo e que reverencia o Espírito da graça, é que será para todo o sempre a nova criação final, na comunhão do Espírito Santo.

 

                                         Amém

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