SEDE SANTOS, PORQUE EU SOU SANTO.

Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento.
PROCURA APRESENTAR-TE A DEUS APROVADO, COMO OBREIRO QUE NÃO TEM DE QUE SE ENVERGONHAR, QUE MANEJA BEM A PALAVRA DA VERDADE.

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sábado, 23 de novembro de 2013

ÊXODO CAPITULOS 9,10 e 11

CAPITULO 9

A QUINTA PRAGA

Peste. 9: 1-7

V. 3- Camelos. Esta menção de camelos tem sido considerada anacrônica; mas havia caravanas de camelos que vinham constantemente ao Egito e certamente alguns egípcios deveriam ter feito algum investimento.

Pestilência. Praga severa; peste mortal (Moffat). Que doença especifica teria sido, não sabemos, mas deve ter sido uma epidemia severa e mortal que atacou todo o tipo de gado.

V. 6- Todo o rebanho. Com muita frequência o termo todo no hebraico indica um grande número. Dizemos que “todo mundo” está doente, mas queremos dizer que pessoas doentes são encontradas por toda a parte. Esta praga recaiu sobre os animais que estavam nos campos (V.3).

 

A SEXTA PRAGA

Úlceras 9: 8-12

Como a terceira praga, esta não foi anunciada, mas simplesmente veio conforme Moisés agiu.

V. 8- Cinza. Literalmente, fuligem do forno.

O forno era um símbolo da riqueza comercial e artística do Egito. Assim como os problemas surgiram vindos dos recursos naturais do rio e da terra, agora a indústria forneceu a fonte para a nova perturbação.

V. 9- Tumores que se arrebentem em úlceras.

Um doloroso tumor inflamado ou abcesso, resultando em uma ferida supurada, excessivamente dolorosa e deprimente, mas não fatal.

V.10- Diante de Faraó.

Ele tomou posição diante do rei para que não houvesse dúvidas quanto à fonte desta nova praga.

V. 11- Além dos magos não serem capazes de imitar a praga, eles mesmos também foram miseravelmente atacados.

V. 12- Quando a última tríade de juízos estava para vir, Deus endureceu o coração de Faraó para que ele não se submetesse apenas por causa de mera fraqueza humana antes que Deus realizasse toda a Sua vontade.

 

A SÉTIMA PRAGA

Chuva de Pedras. 9: 13-35

V. 14- Todas as minhas pragas sobre o teu coração.

Estas últimas pragas não seriam somente advertências e sofrimentos, como as outras. Elas “não atacariam simplesmente a cabeça e os braços, Mas penetrariam no próprio coração e infligiriam no próprio coração um ferida mortal” (Calvino).

V. 15- Cortado da terra. Nunca mais o Egito alcançou as alturas do poder e da glória que teve nesta dinastia.

V. 16- Para isso te hei mantido. Faraó tinha de experimentar o poder e a força de Jeová, e de suas experiências o mundo inteiro aprenderia sobre o Senhor. “Como ambos, a rebeldia do homem natural contra a palavra e a vontade de Deus e a hostilidade do poder temporal contra o Senhor e o Seu povo estavam concentrados em Faraó... (isto) tipificaria para todos os tempos e circunstâncias o reino de Deus em conflito com o mundo” (KD).

V. 17- Ainda te levantas. “Uma palavra peculiar só encontrada aqui... te levantas como uma barragem ou um obstáculo contra o meu povo” (Cambridge Bible).

V. 19- Agora se oferecia uma oportunidade àqueles egípcios que vieram a crer na palavra de Jeová para se diferenciarem daqueles que não criam.

V. 23- Chuvas de pedras, trovões e relâmpagos não eram desconhecidos ao Egito, mas a fúria terrível de uma tempestade como esta nunca houve antes em toda a longa história do Egito.

V. 27- Com que frequência uma catástrofe natural leva o mais incrédulo dos homens a gritar de medo e desamparo! Tais confissões não são o resultado de verdadeira convicção íntima de pecado, mas brotam apenas por causa do terror das circunstancias.

V. 29,30- Moisés manifestaria novamente o supremo controle de Jeová, mas ele não tinha ilusões quanto à constância do arrependimento de Faraó. Faraó temia a terrível tempestade, não a Jeová.

V. 31- O linho e a cevada. Uma vez que estes amadurecem em fevereiro, sabemos qual a estação do ano fixada para esta praga.

V. 32- O trigo e o centeio. Espelta, uma qualidade inferior de trigo. Estes cereais amadurecem cerca de um mês depois do linho e da cevada.

 

CAPITULO 10

OITAVA PRAGA

Gafanhotos. 10: 1-20

V. 2- As coisas que eu fiz. Como zombei dos egípcios. Como brinquei. Deus não estava se divertindo, mas havia uma ironia divina no fato de que o antagonismo de Faraó estava simplesmente levado a uma manifestação ainda maior da glória de Jeová.

Vs. 4-6- O fato dos gafanhotos serem conhecidos e temidos por causa da devastação que causavam só tornou esta advertência terrível. As pragas dos gafanhotos sofridas antes pelos egípcios nada seriam comparadas com esta.

V. 7- Acaso não sabeis ainda que o Egito está arruinado? Só Faraó parecia inconsciente da extenção dos prejuízos, ou talvez insensível.

V. 8- Quais são (lit., quem e quem). Quem, exatamente irá?

V. 10- A resposta de Faraó diante da exigência de que toda a nação devia partir foi a principio cínica: “Seja o Senhor convosco, caso eu vos deixe ir”. Depois os acusou, “Tendes conosco más intenções”.

V. 11- Vão, então, vocês , os homens, pois é o que na verdade me pediram. Se vocês são honestos, então sabem que para sacrificar só há necessidade de homens.

Expulsaram. A prolongada entrevista terminou com esta explosão da ira de Faraó.

V.  13- “O fato do vento ter soprado um dia e uma noite antes de trazer os gafanhotos, mostra que vieram de muito longe, e, portanto provaram aos egípcios que a onipotência de Jeová ia mito além das fronteiras do Egito e regia todas as terras” (KD).

V. 16- O choque desta visitação tornou a pôr Faraó de joelhos, confessando seus pecados e implorando a remoção da praga.

V. 17- Esta morte. Os gafanhotos quase destruíram completamente o que fora deixado da vegetação do Egito.

 

A NONA PRAGA

Trevas 10: 21-29.

A nona praga seguiu-se à oitava sem introdução, pedido ou advertência.

V. 21- Trevas que se possam apalpar. Esta praga conluiu a série de milagres divinos e foi um prelúdio amedrontador para o ato final do juízo.

V. 23- Luz nas suas habitações. Milagrosa e instrutiva foi a pronunciada demarcação entre Israel e o Egito.

V. 24- Faraó quase permitiu a saída de Israel. Fiquem somente os vossos rebanhos e o vosso gado. Guardados como garantia do retorno deles.

V. 25- Também tu nos tens de dar... sacrifícios. Isto é, tu tens de nos dar os meios para sacrificarmos, e portanto (v. 26), temos de levar todo o nosso gado.

V. 28- Deixar toda a nação sair, sem a certeza de que voltaria, era demais para Faraó. Ele não só declarou encerrada aquela entrevista, como também negou toda e qualquer entrevista futura com Moisés sob ameaça de morte.

V. 29- Deus já informara a Moisés (11: 1) de que este seria o último apelo a Faraó, por isso Moisés respondeu,

Bem disseste. Antes que o profeta partisse, entretanto, havia uma última mensagem a transmitir (11: 4-8).

 

CAPITULO 11

Aviso da Última Praga. 11: 1-10.

Os críticos tem feito uma confusão desnecessária na determinação da sequência neste ponto. Parece-nos claro que 11: 1-3 refere-se a instruções previamente transmitidas a Moisés, enquanto 11: 4-8 é a advertência de despedida feita a Faraó seguindo-se a 10:29.

V. 1- É certo que vos expulsará totalmente. Os egípcios estariam tão ansiosos pela saída dos israelitas que, longe de impedi-los insistiriam a que saíssem.

V. 2- Peça. Cons. 3: 22.

V. 4- cerca da meia noite. Não à meia noite no qual estava falando, mas à meia noite do dia designado por Deus (cons. 12: 6).

V. 5- Todo primogênito. O primogênito representava toda a raça, da qual era a força e vigor! (HD).

V. 7- Nem mesmo o latir de um cão hostil impediria a partida de Israel.

V. 8- Sai tu. A certeza de Moisés se baseava na promessa de deus (v.1).

V. 9- Faraó não nos ouvirá. Se Faraó o atendesse, mesmo tendo chegado a este ponto extremo, ainda teria encontrado uma porta de esperança aberta; mas ele não ouviu (cons. Mt. 23; 37).

 

 

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