SEDE SANTOS, PORQUE EU SOU SANTO.

Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento.
PROCURA APRESENTAR-TE A DEUS APROVADO, COMO OBREIRO QUE NÃO TEM DE QUE SE ENVERGONHAR, QUE MANEJA BEM A PALAVRA DA VERDADE.

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sábado, 17 de junho de 2017

ÊXODO CAPITULO 19

Israel no Sinai
19: 1-40:38.

O ano da perigrinação ao Sinai teve dois resultados:

1)- Israel recebeu a Lei de Deus e foi instruido nos caminho de Deus;
2)- a multidão que escapou do Egito foi unificada, dando começo a uma nação.

Este período é da maior importância para compreendermos a vontade e o propósito de Deus conforme revelado no restante do V.T.. Este é o ponto central do que tão frequentemente as Escrituras chamam de "a Lei". O registro da viagem ao Sinai e a doação da Lei ali, ocupam não só o restante do livro de  Êxodo, mas também o livro do Levítico e os primeiros capítulos de Números.

Estabelecimento da Aliança no Sinai.
19: 1 - 24: 11.

À história da chegada ao Sinai e à apresentação divina da Sua aliança, segue-se o assim chamado Livro da Aliança (caps. 20-23), no qual se estipula o código básico. Depois segue-se a narrativa da ratificação da aliança pelo sacríficio e aspersão do sangue.

1)- Chegada ao Sinai e Preparação para a Aliança.
19: 1-25.

V. 1- No primeiro dia. A tradição judia acha que foi o dia do Pentecoste, e que o propósito da Festa do Pentecoste era celebrar a doação da Lei. Contudo, a expressão é muito generalizada para indicar qualquer dia em particular.

Deserto do sinai. A cadeia de montanhas meridional, situada na ponta da península triangular, tem três pontos elevados. Os Árabes chamam o pico cental de Jebel Musa; o do sul, Jebel Hum; e o terceiro, Jebel Serbol.
Cada um desses montes tem sido declarado como sendo o Sinai das Escrituras, mas desde o quarto século A.D., pelo menos, o Jebel Musa tem sido o mais amplamente e consistentemente  defendido.

O deserto do Sinai deve ser uma planície perto da montanha (v.2), suficientemente grande para Israel acampar ali. Tal lugar foi encontrado em Er-Raha, ao norte do Jebel Musa, ou no Wadi es-Sebayeh, ao leste.
O primeiro tem cerca de quatrocentos acres (1 acre - 4.047 metros quadrados) de extenção, bastante amplo para qualquer número de hebreus.

Partindo de Er-Rha, o Wadi ed-Deir, "Vale da Aliança", leva a uma saida entre Jebel Musa e Jebel ed-Deir, onde se localiza o famoso mosteiro de Sta Catarina.
O mosteiro foi construido por Justiniano em 527 a.C., em um local já anteriormente ocupado por uma igrejinha que identificava o lugar, onde se cria , que Deus tinha aparecido a Moisés em uma sarça ardente.

O Wadi es-Sebayeh é um vale longo e estreito, não tão cômodo como o Er-Raha, mas com melhor acesso à  montanha. É dificil, se não impossivel, decidir qual destes picos se encaixam na descrição dada nas Escrituras.

V. 3- Casa de Jacó. O nome de Jacó lembra as profundezas das quais Deus os tirou.

V. 4- Sobre asas de águias. Uma alusão a uma espécie de abutre, ave grande e majestosa, muito abundante na Palestina.

V. 5- A aliança se baseava sobre o fato realizado da redenção do Egito, uma redenção que Israel recebera pela fé.
"A teocracia estabelecida pela conclusão da aliança foi apenas o meio adotado por Jeová para fazer do Seu povo escolhido  um corpo real de sacerdotes; e a guarda da aliança era a indispensavel condição subjetiva da qual dependia a consecução deste destino e glória determinados" (KD).

Devemos também nos lembrar que a Lei não anulou a aliança feita com Abraão (Gl. 3:17).

"A aliaça da lei levantou-se com base na aliança anterior da graça, e procurou executa-la na direção de suas consequências legítimas e devidos frutos" (Patrick Fairbaim, The Typology of Scripture, II, 143).

Propriedade peculiar. Minha estimada possessão (Moffatt).

V. 6- Sacerdotes e nação santa. "Assim como o sacerdote é um mediador entre Deus e o homem, Israel foi chamado para ser o veículo do conhecimento e da salvação de Deus às nações da terra... Ele escolheu Israel por Sua propriedade, para torna-lo uma nação santa, se atendesse à Sua voz e guardasse a Sua aliança" (KD).

V. 8- Tudo o que o Senhor falou, faremos. O povo de Israel sem dúvida não percebeu todas as implicações do seu voto. Como também o cristão não compeende tudo o que está vinculado ao ato dele se apresentar como "um sacrifício vivo" a Deus. Em ambos os casos há uma reação de fé para a expressão da vontade de Deus, o Redentor.

V. 9- Creiam sempre. A aparição do Senhor impressionaria o povo e ao mesmo tempo reforçaria a autoridade de Moisés.

V. 13- Tocará. Um transgressor não devia ser seguido à montanha, mas apedrejado ou frechado à distância.
Buzina. Antes, chifre de carneiro (Moffatt); esta não é a mesma palavra usada nos versículos 16, 119.

V. 16 A vã tentativa de determinar que tipo de fenômeno foi descrito aqui - terremoto, vulcão, ou tempestade - erra o alvo, pois fosse o que fosse, era simplesmente a manifestação da presença do  Senhor. Não foi um distúrbio natural que convenceu um povo supersticioso da presença de Deus; foi o própro Deus tornando conhecida a Sua presença

V. 21- Desce, adverte. Esta não é uma confusão de duas narrativas, mas uma repetição da ordem que já foi dada em 19: 12.

V. 22- Sacerdotes. "Não os sacerdotes levíticos, que ainda não tinham sido escolhidos, mas aqueles que até então desempenhavam as obrigações de acordo com o direito e costume natural" (KD).

(ISRAEL NO SINAI   capitulos 19 -40

O Pacto da Lei 19 -24.

O monte Sinai.

Israel chegou ao monte Sinai aproximadamente seis semanas após sua saida do mar Vermelho.
Ali permaneceu quase um ano (Nm. 10-11). A montanha conhecida hoje como monte Sinai é uma massa isolada de rochas que se levanta abruptamente da planície com imponente majestade" Ross observa . "Este local era muito aproriado para a promulgação da lei. Havia uma magnífica concordância entre as rochas de granito do Sinai e os fundamentos duradouros da moral eterna".

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